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Acuña e Coates foram "passear", como Jorge Jesus temia

Logótipo de O Jogo O Jogo 04/10/2017 Francisco Sebe
Acuña, à esquerda, em ação contra Luis Suárez, do Uruguai © EPA/Raul Martínez Acuña, à esquerda, em ação contra Luis Suárez, do Uruguai

Extremo argentino e defesa uruguaio devem ficar no banco de suplentes das respetivas seleções.

Convocados para os duelos decisivos de Argentina e Uruguai com vista à presença no Mundial"2018, Acuña e Coates arriscam-se a sentarem-se nos bancos das respetivas seleções frente a Peru e Venezuela, respetivamente, naquilo que Jorge Jesus costuma classificar como um "passeio" por entre um período de trabalho árduo, na Academia.

A atravessar uma época de menor fulgor físico motivado pelo apertado calendário da turma de Alvalade, o extremo argentino deve ser ultrapassado por Di María na corrida a um lugar no onze alviceleste nos duelos que restam (Peru e Equador), apesar de, no último jogo, ter salvado o seu país de um desaire frente à Venezuela com uma jogada que culminou no golo do empate (1-1), marcado por Feltscher na própria baliza.

Numa situação mais confortável do que a Argentina, o Uruguai pode celebrar o apuramento caso consiga somar três pontos frente à Venezuela na próxima madrugada. Ao que tudo indica, Coates será "vítima" dos automatismos entre Godín e Giménez, que formam a dupla de centrais do Atlético de Madrid, e ficará à espera de uma chance frente à Bolívia, caso a celeste já esteja qualificada para a Rússia.

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