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Acusado de minimizar "dor" de Porto Rico, Trump visita hoje ilha devastada por furacão

Logótipo de O Jogo O Jogo 03/10/2017 Administrator

O Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, desloca-se hoje a Porto Rico para constatar a devastação do furacão Maria, que atingiu em setembro aquele território norte-americano nas Caraíbas, mas também para acompanhar os trabalhos de recuperação.

A visita de Trump antevê-se no entanto controversa, uma vez que a administração norte-americana tem recebido duras críticas por causa da sua reação aos danos provocados pela recente intempérie.

Nos últimos dias, a população porto-riquenha, incluindo a presidente da câmara da capital de Porto Rico (São João) Carmen Yulin Cruz, e alguns governadores e senadores norte-americanos têm acusado Donald Trump de minimizar "a dor" e a crise provocada pelo furacão Maria, ao ter recusado reconhecer que existem falhas na entrega da ajuda federal.

Cerca de 10 dias depois da passagem do furacão em Porto Rico, ilha com mais de três milhões de cidadãos norte-americanos, uma grande parte dos porto-riquenhos continuam sem eletricidade, sem acesso a água potável ou comunicações, como Internet ou rede telefónica.

A par das elevadas temperaturas registadas, a população enfrenta igualmente a escassez de bens e o receio de pilhagens.

As pessoas passam os dias em longas filas à espera para comprar gelo, combustível, água e os poucos alimentos ainda disponíveis.

Trump, que estará em Porto Rico acompanhado pela mulher Melania, tem respondido às críticas, tendo afirmado no sábado que alguns responsáveis porto-riquenhos querem que a administração norte-americana faça todo o trabalho por eles.

Dias antes, a Casa Branca já tinha rejeitado as críticas.

"A nossa reação foi sem precedentes ao nível do desbloqueio de fundos federais para as pessoas em Porto Rico e para outros lugares que foram atingidos pelas tempestades", declarou na altura a porta-voz da administração norte-americana, Sarah Huckabee Sanders, numa referência à decisão de Trump de ter declarado o estado de catástrofe natural no território, o que permitiu desbloquear fundos federais.

A passagem do furacão Maria fez pelo menos 13 mortos em Porto Rico e destruiu muitas casas e infraestruturas.

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