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Adeptos que invadiram o Saint-Étienne-Rennes à porta fechada tinham a chave

Logótipo de O Jogo O Jogo 25/04/2017 Mónica Santos
© Reprodução Facebook Saint-Étienne

As autoridades francesas estão a investigar as circunstâncias em que ocorreu a invasão do estádio por parte da claque do Saint-Étienne, que obrigou a interromper a partida, disputada à porta fechada. Segundo o L'Équipe, não há sinais de fechaduras forçadas no caminho para a bancada.

Os cerca de 250 adeptos que, no domingo, invadiram o estádio onde se jogava o Saint-Étienne-Rennes (1-1) à porta fechada não forçaram qualquer fechadura no caminho para a bancada, noticia, esta terça-feira, o L'Équipe. O diário desportivo francês cita os resultados da investigação em curso às circunstâncias em que ocorreu a invasão que, recorde-se, obrigou a interromper o jogo, até que os adeptos fossem retirados e o castigo do clube da casa cumprido.

De acordo com o que foi já apurado pelas autoridades francesas, não há sinais de quaisquer fechaduras forçadas, no percurso desde a entrada do museu até à bancada onde permaneceu a claque do Saint-Étienne, até ser convencida a sair por intervenção do presidente. A polícia tentará agora perceber se os adeptos tinham a chave ou se contaram com a colaboração de alguém dentro do recinto para lhes ser franqueada a entrada - o que contraria o estipulado pela instância disciplinar da Ligue 1, que ordenou que o jogo se disputasse à porta fechada como castigo por incidentes no jogo com o Lyon, no início de fevereiro.

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