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Africa Eco Race: Elisabete Jacinto com motor mais potente a pensar no pódio

Logótipo de O Jogo O Jogo 22/06/2017 Hugo Monteiro

Piloto portuguesa Elisabete Jacinto mostrou-se esperançosa em alcançar o pódio na 10.ª edição do Africa Eco Race em todo-o-terreno.

A piloto portuguesa Elisabete Jacinto mostrou-se esperançosa em alcançar o pódio na 10.ª edição do Africa Eco Race em todo-o-terreno e revelou que tem um motor mais potente para juntar à experiência já adquirida.

© Pedro Rocha/Global Imagens

"A minha meta é chegar ao pódio. Às vezes sou muito ambiciosa e depois sinto-me insegura. Mas, depois, há umas coisas que eu tenho que depois eles [outros pilotos] não têm, que é a experiência. Eles também têm, mas com tudo bem feito conseguimos fazer um bom resultado", começou por dizer a portuguesa à margem da apresentação da prova africana, que terá as principais etapas na Mauritânia, Marrocos e Senegal.

Juntamente com José Marques e Marco Cochinho aos comandos de um camião Man, Elisabete recordou a "vitória surpresa" na primeira etapa do ano passado e contou que se sente "mais bem preparada", depois da desistência precoce na última participação.

Elisabete Jacinto revelou que agora tem um camião mais potente, explicando as alterações dispendiosas realizadas de um ano para o outro. "Fui fazendo algumas alterações, uma delas foi o suporte dos amortecedores. Agora consigo andar depressa e o camião não salta das mãos. O motor agora é muito mais rápido a recuperar, rende mais e anda mais depressa", contou.

Contudo, a piloto lusa acredita que o novo sistema de mudanças fará a diferença nas etapas, mas alertou que os amortecedores são a peça mais difícil de controlar nos camiões. "Também estou a substituir o sistema de mudança de caixa por um que me permite mudanças como se estivesses a conduzir um automóvel, num movimento curto. É um sistema elétrico. Mas depois temos o nosso grande cavalo de batalha, que são os amortecedores. Não tenho conseguido grande sucesso e as coisas têm corrido bastante mal", declarou.

Por fim, Elisabete Jacinto abordou as dificuldades das etapas e a concorrência que terá à espera no continente africano.

"Sei que este ano o Africa Race vai ter concorrentes de alto nível e vai ser difícil, porque vou ter que fazer tudo muito bem feitinho. Não posso ter problemas, não posso errar. Marrocos e Mauritânia são países que eu conheço e não há grandes novidades. Tenho o mesmo navegador, o mesmo mecânico e sinto-me em casa", terminou.

A 10.ª edição do Africa Eco Race decorre entre 31 de dezembro e 14 de janeiro de 2018, com início no Mónaco, seguido de cinco etapas em Marrocos, seis na Mauritânia e uma Senegal, num total de 6.500 quilómetros de prova.

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