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André André renascido reconquista confiança de Nuno

Logótipo de O Jogo O Jogo 20/02/2017 Alcides Freire

Titular em três das cinco jornadas da segunda volta, o internacional português encara a receção à Juventus com a expectativa de se manter no onze. Recuo no terreno dificulta a missão de alcançar o primeiro golo.

© Ivan Del Val/Global Imagens

Afastado das opções de Nuno Espírito Santo durante a reta final de 2016, André André tem aproveitado ao máximo as oportunidades recebidas nos últimos 30 dias para reconquistar a confiança do treinador. O médio foi titular em três dos últimos quatro jogos do FC Porto e encara a receção à Juventus, para a Liga dos Campeões, com aspirações legítimas de manter o estatuto de titular. Óliver é o maior concorrente, mas, ao contrário do espanhol, o internacional português transmite a ideia de estar em ascendente de forma. A melhoria de rendimento em relação ao que fez na primeira volta nota-se, fundamentalmente, no processo defensivo, até porque recuou para a posição na qual se sente melhor (médio de transição) e está agora obrigado a trabalhar mais nessa vertente. Mas vamos por partes.

A série de seis jogos consecutivos no espaço de 32 dias começou na receção ao Moreirense, depois de ter participado em apenas um (Feirense) dos cinco efetuados pelo FC Porto entre 11 de dezembro e 7 de janeiro. Esses 21 minutos com os cónegos valeram-lhe 45 na receção ao Rio Ave e estes permitiram-lhe saltar para o onze na deslocação ao Estoril. Foi a partir daí que começou a sobressair pelas ações defensivas. De resto, foi a primeira opção de Nuno Espírito Santo a partir do banco quando foi preciso conter a reação furiosa do Sporting na segunda parte do clássico. Por isso, foi lançado de início na deslocação a Guimarães para dar consistência ao meio-campo, mantendo-se no onze na receção ao Tondela, contra o qual atingiu alguns máximos nesta época: passes efetuados (71), eficácia de passe (94%), perdas de bola (0), interceções (2) ou desarmes (4).

citacaoMédio atingiu vários máximos da época com o Tondela: eficácia de passe, interceções, desarmes, entre outros

O novo posicionamento no terreno, contudo, tem dificultado um pouco mais a missão de alvejar a baliza. Nas cinco jornadas da segunda volta só lhe foi creditado um remate, frente ao Estoril, e para fora. Por isso, o objetivo de chegar ao primeiro golo nesta época - na última assinou seis - poderá tornar-se mais complicado de atingir. Os próximos jogos o dirão...

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