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André André revela o golpe mais duro que teve no FC Porto

Logótipo de O Jogo O Jogo 13/04/2017 Hugo M. Monteiro

Em entrevista ao Porto Canal, André André revela o pior momento que atravessou ao serviço do FC Porto

© Fornecido por O jogo

Conquistar os adeptos: "Sinto esse carinho. O meu pai ensinou-me a dar sempre tudo, mesmo que não esteja a correr bem não desisto. Se errar um ou dois passes tenho de pedir a bola outra vez e tentar. Levo esse pensamento comigo".

Derrota na final da Taça de Portugal: "Foi um golpe mais duro porque chegar a uma final e não ganhar é sempre difícil. Custou da forma que foi. Mas mais duro é o FC Porto ainda não ter ganho qualquer título desde que cheguei".

Início perigoso esta época: "Engatámos um bom arranque. Eliminámos o Roma, só perdemos com o Sporting, mas depois voltamos a arrancar para mais vitórias".

Saída da Taça frente ao Chaves: "Aquela bola podia ter entrado... Tínhamos passado. Mas pronto. Penáltis fazem parte. Futebol tem destas coisas, acredito que vamos ganhar noutras coisas".

Série de empates consecutivos. Sentiu a angústia?: "Estar no banco ou na bancada é pior do que estar a jogar, sofre-se muito mais. E a mim, como portista que sou, custou-me ainda mais. Acabavam os jogos e tínhamos de olhar para o que fizemos de menos bem para fazer bem no jogo seguinte. Tivemos essa sequência, falhámos muitos golos, mas depois o Rui Pedro faz aquele golo com o Braga no último minuto. Voltámos a acreditar aí. O futebol tem fases, numa época nem tudo é bom. Temos de estar agarrados a tudo nesses momentos".

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