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André Silva: "Mandei ao poste, mas tinha de ser capaz de fazer golo"

Logótipo de O Jogo O Jogo 11/05/2017 Hugo Monteiro
© José Coelho/Lusa

André Silva, avançado do FC Porto, recorda o empate em casa com o Vitória de Setúbal numa entrevista ao Porto Canal.

Um jovem com a responsabilidade de marcar golos: "Não vejo as coisas por esse prisma. Não olho para mim e vejo essa responsabilidade. Se as pessoas depositam confiança em mim e acham que sou capaz de o fazer, eu próprio tenho de me mentalizar que sou capaz de surpreender essas pessoas muito mais além. Se não pensar assim, tenho a certeza que as coisas não vão sai bem. No jogo com Braga, o Rui Pedro também terá pensado desta forma e o certo é que nos ajudou bastante. Estas coisas não são obra do acaso. Se trabalharmos bem, as coisas boas acontecem".

Com Jota e Soares na frente de ataque: "Somos todos diferentes, tanto eu, como o Jota e o Soares. Cada um pensa e joga de uma maneira diferente. No futebol, é necessário lidar com as diferentes coisas que vão existindo porque nem todos os jogos são iguais e os adversários também. Isso faz-nos crescer porque quando jogava com o Jota era preciso fazer umas coisas e quando jogo com o Soares é a mesma situação. Essas coisas fazem-nos crescer e evoluir. Eles como eu temos uma coisa em comum: queremos que o Porto ganhe. Se trabalharmos juntos em prol do mesmo objetivo as coisas têm de correr bem e não há nada que possa impedir isso. Não olhamos para nós próprios, olhamos sobretudo para os nossos colegas".

Cabeçada ao poste no empate com o V. Setúbal: "Lembro-me que depois desse lance, pensamos em campo que as coisas não estavam a sair bem e isso deitou-nos o moral abaixo. O Setúbal sentiu que as coisas não estavam para o FC Porto nesse dia e ganharam confiança. Trabalhámos a nossa sorte, nós é que fazemos a nossa sorte. Mandei a bola ao poste, mas tinha de ser capaz de a mandar para dentro da baliza. Esperava que a sorte fosse maior nesse jogo".

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