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Apesar do castigo, Samaris pode jogar a final da Taça de Portugal

Logótipo de O Jogo O Jogo 24/05/2017 Alcides Freire
Samaris no Moreirense-Benfica © Fornecido por O jogo Samaris no Moreirense-Benfica

O recurso tem efeitos suspensivos imediatos e, em último caso, o médio até poderá estar em condições de atuar diante do V. Guimarães. A denúncia, recorde-se, foi feita pelo Sporting

Samaris foi punido com quatro jogos de suspensão e 1150 euros de multa devido à agressão a murro, na zona abdominal, ao jogador do Moreirense Diego Ivo, na partida da 28.ª jornada da Liga, que os encarnados venceram por 1-0, a 9 de abril. Dois dias após o jogo, o Conselho de Disciplina (CD) da FPF abriu um processo disciplinar ao jogador grego devido a uma queixa apresentada pelo Sporting. Os leões, com recurso às imagens televisivas, pediram a "punição imediata do atleta".

À partida, Samaris começaria a cumprir a suspensão agora, falhando a final da Taça de Portugal (domingo), frente ao V. Guimarães, e, na próxima época, a Supertaça e os dois primeiros jogos da I Liga 2017/18. No entanto, o Benfica vai apresentar nas próximas horas recurso para o Conselho de Justiça (CJ) da FPF e, caso este seja aceite, haverá a possibilidade - à luz do artigo 295.º, número 2, alínea A, do Regulamento Disciplinar da Liga - de o atleta ser utilizado domingo. "O recurso tem efeito suspensivo e, eventualmente, Samaris até poderá jogar a final. O CJ tem depois um prazo de 35 dias para decidir e, se for um caso de excecional complexidade da causa, pode fazê-lo até 75 dias, o que parece não ser o caso", explicou João Diogo Manteigas, advogado especialista em direito desportivo, a O JOGO.

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O Sporting havia solicitado à Comissão de Instrutores da Liga a instauração de um processo sumário ao grego, mas esta declarou-se "incompetente" para aplicá-lo, uma vez que o jogador tinha incorrido numa falta considerada muito grave e uma suspensão poderia ser igual ou superior a um mês, sendo que a moldura penal prevista nestes casos vai de um a dez jogos de castigo. Após o incidente, o médio, cujo contrato expira em 2019 - em janeiro desse ano pode assinar por outro clube livremente -, continuou a fazer parte das opções de Rui Vitória.

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