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APN promete emprego e habitação condigna para as eleições angolanas de agosto

Logótipo de O Jogo O Jogo 06/07/2017 Administrator

A Aliança Patriótica Nacional (APN) promete criar um milhão de empregos, habitação condigna com uma renda no valor de 10.000 kwanzas (53 euros) e um "desenvolvimento sustentando a médio prazo", caso vença as eleições gerais de 23 de agosto.

A garantia foi transmitida pelo cabeça-de-lista do partido pelo círculo nacional e candidato à eleição indireta para Presidente da República, Quintino de Moreira, garantindo ainda "combater a burocracia" e transformar Angola num país de "elevados indicadores de saúde" e bem-estar para os seus cidadãos.

Em declarações à agência Lusa, Quintino Moreira disse que o foco do manifesto eleitoral do seu partido é a juventude, a mulher e os antigos combatentes, "que precisam de maior dignidade diante da discriminação a que estão votados".

"A APN tem trabalhado para que estes antigos combatentes possam conhecer os seus direitos e que possam ver na APN como alternativa, porque temos políticas voltadas para este setor da sociedade angolana", afirmou.

Fundado em 2013 e legalizado dois anos depois, a Aliança Patriótica Nacional ocupa o segundo lugar no boletim de voto para as eleições gerais de 23 de agosto, às quais concorrem igualmente o Movimento Popular de Libertação de Angola (MPLA), partido no poder, a União Nacional para Independência Total de Angola (UNITA), Partido de Renovação Social (PRS), Frente Nacional de Libertação de Angola (FNLA) e a Convergência Ampla de Salvação de Angola - Coligação Eleitoral (CASA-CE).

A promessa de criar um milhão de empregos na próxima legislatura contrasta com a proposta do MPLA, que apenas se compromete com 500.000 postos de trabalho.

O antigo deputado do parlamento angolano - eleito na legislatura de 2008-2012 pela Nova Democracia, partido que também fundou - diz que a APN tem bases sólidas em todas as regiões do país, inclusive nas regiões mais recônditas, contando desde 2016 com mais de 260.000 membros.

A mobilização de mais militantes, de acordo com Quintino Moreira, decorre na normalidade, numa base eficaz de organização, formação permanente de ativistas políticos e determinação.

"A vontade é tanta que temos estruturas mesmo sem alocação de verbas do Estado, e temos estruturas nacional e provinciais, com sacrifício e crença de atingirmos a nossa meta do equilíbrio da Assembleia Nacional", observou.

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