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Arqueólogo José Ruivo é o novo diretor do Museu de Conímbriga

Logótipo de O Jogo O Jogo 01/09/2017 Administrator

O novo diretor do Museu Monográfico de Conímbriga é o arqueólogo José da Silva Ruivo, técnico superior da instituição desde 2000, foi hoje publicado no Diário da República (DR).

A diretora-geral do Património Cultural, Paula Silva, por despacho de 04 de agosto, designou José da Silva Ruivo, de 51 anos, para o cargo de direção intermédia de segundo grau daquele museu nacional, em Condeixa-a-Nova, distrito de Coimbra, que vai exercer em regime de comissão de serviço.

A tutela considerou que o candidato, selecionado na sequência de um concurso público lançado em abril, reúne "os requisitos legalmente exigidos", além de possuir "o perfil adequado e demonstrativo da aptidão, competência técnica e experiência profissional necessárias para o desempenho do cargo", segundo a edição eletrónica do DR.

O novo diretor é natural do Carriço, concelho de Pombal e distrito de Leiria, e iniciou hoje as novas funções por um período de três anos, que poderá ser renovado.

É licenciado em História - Variante de Arqueologia pela Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra, e mestre e doutor em Arqueologia pela Faculdade de Letras da Universidade do Porto.

Entre outras atividades profissionais, este especialista em arqueologia romana foi professor do 3.º Ciclo do Ensino Básico e técnico superior da Câmara Municipal de Leiria, tendo exercido ainda funções docentes no polo de Viseu da Universidade Católica Portuguesa e na Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa.

Em dezembro, a Direção-Geral do Património Cultural (DGPC), dirigida pela arquiteta Paula Silva, anunciou que iria abrir concursos para substituir os diretores dos museus, palácios e monumentos públicos que estavam a terminar as comissões de serviço.

O então diretor do Museu Monográfico de Conímbriga, associado a esta cidade romana, Virgílio Hipólito Correia, manifestou na altura à agência Lusa a sua discordância daquela metodologia da DGPC, tendo assumido que não iria concorrer ao cargo que exerceu nos últimos 17 anos.

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