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Artistas e celebridades prestam tributo ao músico Tom Petty

Logótipo de O Jogo O Jogo 03/10/2017 Administrator

Vários artistas e celebridades reagiram hoje nas redes sociais à morte da figura do rock norte-americano Tom Petty, que deixa êxitos como "Learning to Fly" ou "Free Fallin'".

Tom Petty morreu na segunda-feira aos 66 anos, na sequência de uma paragem cardíaca na sua casa em Malibu, no estado norte-americano da Califórnia.

Conhecido por temas como "American Girl", "Refugee", "I Won't Back Down" ou "Free Fallin", Tom Petty tinha recentmenete terminado a digressão que celebrava os 40 anos da sua banda The Heartbreakers.

"Estou a pensar que pode ser a última digressão pelo país", disse Petty no ano passado à revista Rolling Stone. "Já passámos todos dos 60. Tenho uma neta agora e quero vê-la o mais possível. Não quero passar a vida na estrada. Esta tournée vai afastar-me durante quatro meses. Com uma criança pequena, é muito tempo", acrescentou.

Eric Clapton reagiu à morte em comunicado: "Estou chocado e triste pela notícia da morte de Tom. Ele é uma parte tão grande da nossa história musical, nunca mais haverá outro como ele".

O músico Slash reagiu atravês do Instagram: "Notícias devastadores sobre #TomPetty. Uma perda profunda. Dia muito muito triste hoje. RIP ['Rest in Peace', descansa em paz em inglês]".

O baterista dos Aerosmith, Joey Kramer, escreveu no Twitter: "Uma lenda da música #GoneButNeverForgotten [#FalecidoMasNuncaEsquecido]".

"Através do seu trabalho com os The Heartbreakers e The Traveling Wilburys ele deixou-nos um incrível legado para apreciarmos para sempre, é uma pena que ele nos tenha deixado antes de tempo", disse também através do Twitter o cantor dos Def Leppard Joe Elliot.

Alice Cooper escolheu a mesma rede social para prestar o seu tributo a Tom Petty. "É tão raro encontrar alguém que comanda esse respeito universal no negócio. Ele era um ser do rock & roll com a música no seu sangue. Este homem produziu uma riqueza de grandes canções para os seus fãs e para o mundo e isso é algo para celebrar", afirmou.

Já o presidente da Recording Academy Neil Portnow disse em comunicado que "o Tom era um purista do rock & roll, tanto na sua música como no seu espírito desafiante".

"Com os The Heartbreakers, as suas batidas contagiosas, personalidade rebeldes, e composição musical criativa trouxeram uma nova urgência às tradições do rock e impulsionaram uma carreira agora lendária, com algumas das músicas mais memoráveis das últimas quatro décadas, afirmou.

Ao longo da sua vida, lutou contra a depressão, desenvolvendo uma dependência da heroína, tendo também experimentado a marijuana e a meditação para se acalmar.

Durante as suas digressões nos Estados Unidos, usou em palco uma bandeira confederada, mas mais tarde arrependeu-se, comparando esse polémico símbolo do sul à suástica nazi.

A sua música contém, entre outras, influências 'country', especialmente em "Southern Accents" (1985).

Em fevereiro, ao receber um Grammy por todo o seu trabalho, Tom Petty evocou a sua dívida para com músicos como Chuck Berry.

No entanto, como muitos da sua geração, foi graças à Grã-Bretanha que descobriu o rock, observando os Beatles em 1964 no "The Ed Sullivan Show".

Além dos The Heartbreakers, Petty integrou também o grupo ocasional Traveling Wilburys, com George Harrison, Roy Orbison, Bob Dylan e Jeff Lynne.

A sua canção "I Won't Back Down" conheceu um segundo sentido como hino patriótico após os atentados de 11 de setembro de 2011 nos Estados Unidos.

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