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Associação militar critica falta de meios no controlo da fronteira de Ceuta

Logótipo de O Jogo O Jogo 10/08/2017 Administrator

A associação espanhola Unión de Guardias Civiles (UniónGC) alertou hoje que é impossível controlar a passagem de imigrantes que tentam ultrapassar ilegalmente a rede de separação em Ceuta "por clamorosa falta de efetivos e meios".

Segundo um comunicado do organismo a que pertencem membros da Guardia Civil, a falta de meios está a pôr em perigo a integridade dos próprios agentes que num "número insuficientemente ridículo" têm de enfrentar centenas de pessoas "orquestradas pelas máfias" para que exercem atos de violência contra as autoridades espanholas.

A associação defende uma redistribuição dos efetivos, um aumento do número de novos quadros e instalações "perto dos pontos críticos" no Estreito de Gibraltar, sobretudo nas áreas onde se situam as zonas mais sensíveis como Ceuta ou Algeciras.

"Quando, de noite, se verifica através das câmaras que 400 pessoas se aproximam das redes e vemos quantos somos para lhes fazermos frente, sabemos que não há nada a fazer", disse à Efe um membro da UniónGC.

A mesma fonte sublinha que os incidentes na cidade autónoma de Ceuta, que faz fronteira com Marrocos, são habituais.

A associação critica também a forma como os políticos espanhóis lidam com o problema afirmando que "tudo se resume a duas palavras: visitas e fotografias".

A Guardia Civil é um corpo de segurança pública espanhol de "natureza militar" tutelado pelo Ministério do Interior e Ministério da Defesa.

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