Ao utilizar este serviço e o conteúdo relacionado, concorda com a utilização de cookies para análise, anúncios e conteúdos personalizados.
Está a utilizar uma versão de browser mais antiga. Utilize uma versão suportada para obter a melhor experiência possível com o MSN.

"Assumo o falhanço do FC Porto"

Sportinveste 27/04/2014 Fonte: Sportinveste Multimédia
"Assumo o falhanço do FC Porto" © Sportinveste Multimédia "Assumo o falhanço do FC Porto"

O treinador do FC Porto, Luís Castro, não delega responsabilidades no que aconteceu neste jogo com o Benfica, nem no que aconteceu durante a época.

Balanço da temporada: "O objetivo do FC Porto é sempre o título nacional, esse é o primeiro objetivo. Depois há uma série de provas que o FC Porto joga para ir o mais longe possível. Quanto ao que aconteceu, assumo o falhanço do FC Porto. Quando se perde o treinador é sempre posto em causa, eu assumo as responsabilidades das opções, como assumo a responsabilidade da derrota, da mesma maneira que já assumi o falhanço da temporada".

Resultado injusto: "Fizemos uma primeira parte muito boa, tivemos nessa altura de seis oportunidades claras de marcar, fomos superiores, em especial enquanto o Benfica jogou com 11, depois, em inferioridade, o Benfica encostou o médios à defesa e passámos a ter dificuldade".

Mudanças sem golos: "Na segunda parte tirámos um médio que fazia a ligação entre o Fernando e o Herrera, para entrar o Quintero e com isso ganhar profundidade. Mais tarde abdicámos de um defesa, entrando o Ricardo para o lugar o Danilo, refrescando assim a ala, porque o Danilo estava a jogar bem, mas começou a acusar algum desgaste. Entrou também o Ghilas para passarmos a ter mais um jogador avançado, para entrar no meio, mas a verdade é que não conseguimos entrar tantas vezes, nem criar tantas oportunidades".



Sabor da derrota: "Fica um sabor amargo, um jogo amargo em que poderíamos ter chegado à vantagem durante os 90 minutos. Os penáltis são uma lotaria. A sorte caiu para o lado do Benfica".

Superioridade numérica: "É sempre melhor defrontar um adversário reduzido em termos numéricos do que jogar 11 contra 11. É verdade que em igualdade numérica, o FC Porto conseguiu criar mais oportunidades. Fomos eliminados na meia-final da Taça da Liga, temos ainda dois jogos para trabalhar".

O futuro de Luís Castro: "Tenho condições para fazer tudo aquilo que fiz até hoje, ou seja, trabalhar muito, estar sempre de olhos postos no trabalho dedicado e honesto. Não é por perder uma meia-final da Taça da Liga que as coisas mudam"

Fonte: OJogo

AdChoices
AdChoices
image beaconimage beaconimage beacon