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Ativistas marroquinos do Rif terminaram greve de fome para facilitar libertação

Logótipo de O Jogo O Jogo 21/07/2017 Administrator

Os 48 ativistas da região marroquina do Rif, no norte do país, que estão detidos em Casablanca, decidiram hoje suspender a greve de fome que iniciaram na segunda-feira, segundo um comunicado conjunto emitido na prisão.

Os ativistas atribuíram a sua decisão à intervenção das famílias e outras pessoas das suas relações, que os convenceram a acabar com o protesto para apoiar as iniciativas em curso para a sua libertação.

Os ativistas repetiram o apelo aos habitantes do Rif para que mantenham o caráter pacífico dos protestos sociais.

A administração penitenciária marroquina desmentiu que os detidos tenham estado em greve de fome.

Existem 54 ativistas processados no Tribunal de Recurso de Casablanca, dos quais 48 estão detidos nesta cidade e seis em liberdade condicional, e dezenas de outros detidos na prisão da capital do Rif, Alhucemas.

Desde há oito meses que se vive um ambiente de tensão e manifestações no Rif, que começou em outubro, quando um vendedor de peixe, Mohcin Fikri, de 31 anos, morreu triturado dentro de um camião de lixo ao procurar recuperar mercadorias que a polícia lhe tinha confiscado.

As revoltas do Rif, que já motivaram cerca de 200 detidos entre os ativistas, converteram-se num dos momentos mais críticos do reinado de Mohamed VI, o qual, por seu lado, já repreendeu os seus ministros pela gestão da crise e pelo atraso na realização de programas de desenvolvimento regional.

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