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Atrizes e músicos exploram universos poéticos com duas performances em Beja

Logótipo de O Jogo O Jogo 30/10/2017 Administrator

O ciclo "Um Ator Um Músico", promovido pela Companhia de Teatro Lendias d'Encantar, de Beja, vai decorrer entre quarta-feira e sábado e incluir duas performances que exploram os universos poéticos de duas poetisas portuguesas, foi hoje divulgado.

Num comunicado enviado à agência Lusa, a companhia explica que para o ciclo deste ano desafiou as atrizes Sandra Maya e Filipa Figueiredo a explorarem, respetivamente, os universos poéticos das poetisas Florbela Espanca e Luiza Neto Jorge com vista à criação de duas performances.

Nas performances, Sandra Maya será acompanhada pela violinista Ana Santos e Filipa Figueiredo pelo baixista Hélder Morais, músicos que irão "trazer a intensidade sonora ou a leveza melódica" que o trabalho das atrizes em palco "exigir" e os resultados finais ficarão "ao sabor do improviso calculado e da emoção que flui", refere a companhia.

A performance sobre o universo poético de Florbela Espanca, interpretada por Sandra Maya e Ana Santos, vai ser apresentada na quarta e na quinta-feira, a partir das 21:30, na Casa da Cultura de Beja.

No mesmo palco, vai ser apresentada a performance sobre o universo poético de Luiza Neto Jorge, interpretada por Filipa Figueiredo e Hélder Morais, na sexta-feira e no sábado, também a partir das 21:30.

Através do ciclo, a companhia explica que pretende "partilhar com o público uma forma diferente de teatro", ou seja, "sem estar presa ao texto, juntando-lhe música tocada ao vivo e muito baseada no improviso", trazer "à luz" poetas contemporâneos e "abrir caminho à constante criatividade".

Por outro lado, o ciclo, "além de ser uma tentativa de manter os atores em permanente criação artística", dá-lhe também "a oportunidade de experimentarem responsabilidades que, por norma, não lhe competem: escolher o poeta, organizar o texto e construir um universo próprio adequado ao texto".

A direção das responsabilidades fica a cargo do diretor artístico da companhia, António Revez, que se "limita" a fazer "uma ´limpeza` do trabalho, levantando questões e obrigando o ator a procurar novas soluções, resultando sempre num espetáculo cru, mas intenso".

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