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Autárquicas: 500 euros chegam para fazer campanha em alguns concelhos

Logótipo de O Jogo O Jogo 17/08/2017 Administrator

Cento e oitenta e cinco euros é quanto o partido dos Reformados e Pensionistas conta gastar em Carregal do Sal na campanha para as autárquicas, quase 150 vezes menos do que as despesas previstas para campanha socialista no Corvo.

De acordo com os orçamentos de campanha dos partidos e das coligações disponíveis desde quarta-feira no 'site' da Entidade das Contas e Financiamentos Políticos, no Corvo (Açores), o concelho com menos eleitores do país, apenas 349, o PS prevê despesas de campanha de 27.874 euros. Metade -- 13.924 euros - vai ser gasto em comícios e espetáculos.

Quase 80 euros é quanto custará aos socialistas cada eleitor do Corvo, um valor substancialmente superior ao que será gasto no Porto, a campanha mais cara do país, com despesas de 360 mil euros e onde o PS gastará pouco mais de 1,60 euros por eleitor.

Para este concelho onde o PS conquistou três mandatos (com 161 votos) e o PSD dois (com 93 votos) nas autárquicas de 2013, os sociais-democratas preveem despesas de 3.800 mil euros. A coligação PPM/CDS-PP, que não concorreu há quatro anos, deverá gastar dois mil euros.

Apesar de mais populosos, outros municípios terão campanhas bastante mais baratas do que a do Corvo, com o Partido Unidos dos Reformados e Pensionistas (PURP) a bater o recorde da despesa mais baixa em Carregal do Sal, no distrito de Viseu, com apenas 185 euros.

O Partido Trabalhista Português (PTP), que concorre sozinho a 23 municípios, apresenta um orçamento de apenas 200 euros a 12 autarquias, nomeadamente em Lisboa, Almada, Amadora, Loures, Odivelas, Oeiras, Seixal e Setúbal.

O CDS-PP, que concorre sozinho a 144 autarquias, vai gastar apenas 250 euros nas candidaturas autárquicas de Mação, Mértola e Ourique e 350 euros nos concelhos de Mora e Alandroal.

Em 30 outros municípios, o orçamento apresentado pelos democratas-cristãos não excede os 500 euros, entre os quais, Vila Real de Santo António, Almodôvar, Grândola, Odemira, Penela e Mesão Frio.

O Partido da Terra (MTP), que se apresenta às urnas sozinho em 15 municípios, só irá gastar 300 euros em 12 das candidaturas, nomeadamente no Bombarral, em Esposende e Pombal.

Em seis das 13 candidaturas do Partido Nacional Renovador (PNR) o orçamento também fica abaixo dos 500 euros: Almada, Grândola e Odivelas com 250 euros, Leiria com 350 euros e Coimbra e Santarém com 400 euros.

Entre as coligações, o orçamento mais baixo é o da candidatura de "Por amor ao concelho de Silves", que junta o MPT e o Partido Cidadania e Democracia Cristã e irá gastar apenas 300 euros.

Na campanha para as autárquicas, os partidos e coligações preveem gastar quase 35 milhões de euros.

Os orçamentos dos grupos de cidadãos que também irão concorrer às eleições de 01 de outubro ainda não foram publicados na página da Internet da Entidade das Contas e Financiamentos Políticos.

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