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Autárquicas: Advogado Manuel Vitorino concorre pelo PDR a Bragança

Logótipo de O Jogo O Jogo 07/08/2017 Administrator

O advogado Manuel Vitorino é o candidato do Partido Democrático Republicano (PDR) à Câmara de Bragança com o propósito de "convencer as pessoas da necessidade de mudar".

Aos 61 anos, Manuel Vitorino aceitou o desafio que entende como "um imperativo cívico e moral" de entrar na corrida autárquica com o símbolo do partido criado por Marinho e Pinto há três anos.

"Para mim é um imperativo moral, é um imperativo cívico que a nossa cidade exige. Eu quero que [Bragança] se pareça a uma cidade e agora não se parece a uma cidade", afirmou hoje, no último dia para a entrega das listas de candidatos às eleições Autárquicas de 01 de outubro.

O PDR concorre à Câmara Municipal, Assembleia Municipal e à União de Freguesias da Sé, Santa Maria e Meixedo.

Para o candidato do partido à Câmara, a "cidade paralisou, cada vez é um êxodo maior para o litoral e para outras terras, Bragança definhou completamente".

Um imperativo cívico de "respeito pelas gerações passadas e pelas gerações vindouras" é o que o leva a candidatar-se e aponta alguns dos problemas que constata na capital de distrito.

"Bragança é uma capital de distrito que exige uma visão para lá da serra de Nogueira", argumentou.

Manuel Vitorino fala da falta de transportes públicos dentro da cidade: "uma pessoa que se queira deslocar, que tenha necessidade de se deslocar, nomeadamente para o hospital ou centro de saúde, ou tem dinheiro e pede um táxi, ou tem automóvel, ou não pode deslocar-se".

O candidato entende que o governo autárquico "exige um poder reivindicativo" para áreas como a Saúde, em que aponta a falta de valências médicas na região e pergunta se "um cidadão de Bragança vale menos que um de Vila Real".

Manuel Vitorino defende que é necessário devolver a cidade às pessoas e critica um modelo em que, considera, até "a rua deixou de ser pública".

"É privatizada, pagamos para aparcar", enfatizou.

O advoga garante que não considera difícil o desafio da candidatura autárquica: "o que é difícil é ser capaz de explicar às pessoas a necessidade que têm de mudar", afirmou.

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