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Autárquicas: Candidato do PS quer antecipar pagamento da dívida em três anos

Logótipo de O Jogo O Jogo 28/07/2017 Administrator

O candidato do PS à Câmara de Aveiro, Manuel Oliveira de Sousa, defendeu hoje a renegociação do Plano de Ajustamento Municipal (PAM), para antecipar em três anos o pagamento da dívida e reduzir a carga fiscal para os munícipes.

"Dentro do nosso próximo mandato, pretendemos antecipar o pagamento da dívida e, com isso, ficar libertos para baixar as taxas e impostos", disse o candidato socialista.

A declaração foi feita durante uma conferência de imprensa que serviu para assinalar a primeira reunião de trabalho da equipa formada para a vereação, caso o PS vença as eleições.

Na mesma ocasião, o vereador João Sousa, que surge como número dois com o pelouro das finanças, assegurou que o município tem condições para sair do PAM antes do previsto, adiantando que quem desenvolveu o Fundo de Apoio Municipal "descurou" a capacidade da câmara de gerar liquidez.

"A câmara está a gerar mais liquidez do que a que resulta das premissas desenvolvidas na elaboração do plano", afirmou o vereador, adiantando que no passado mês de junho a autarquia tinha em caixa cerca de 25 milhões de euros.

João Sousa diz que a forma como Aveiro está a desenvolver-se em termos económicos, com "um incremento significativo" das receitas que estão a ser geradas, e com a possibilidade de alienar património que não foi considerado, o que resultará numa entrada de liquidez que permitirá antecipar a saída do PAM.

"Se nós formos governo autárquico, a nossa preocupação será promover as medidas necessárias para sair o mais depressa possível do PAM e, consequentemente, a câmara ter a liberdade de reduzir de uma forma criteriosa, responsável e transparente as taxas e impostos", disse.

A Câmara de Aveiro, cuja dívida foi estimada em 119 milhões de euros, viu no início deste ano o Tribunal de Contas conceder o visto ao Plano de Ajustamento que permitiu à autarquia aceder a 85,5 milhões de euros do Fundo de Apoio Municipal (FAM).

Desde então, o município tem vindo a pagar as dívidas aos mais de mil credores, nomeadamente às juntas de freguesia, associações, instituições particulares de solidariedade Social (IPSS), particulares e empresas.

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