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Autárquicas: Candidato do PSD/PPM defende sinergias entre corporações de bombeiros do Porto

Logótipo de O Jogo O Jogo 19/09/2017 Administrator

O candidato do PSD/PPM à Câmara do Porto, Álvaro Almeida, defendeu hoje a criação de sinergias entre os Sapadores Bombeiros e as duas corporações de voluntários existentes na cidade, para "reduzir custos e aumentar a qualidade dos serviços".

O cabeça de lista da coligação "Porto Autêntico", que hoje reuniu com a direção dos Voluntários Portuenses, respondendo assim ao convite que lhe foi feito, comprometeu-se a, caso seja eleito presidente da Câmara do Porto, sentar-se à mesma mesa com as três corporações de bombeiros do Porto e ver como é que se encontra "forma de, coordenando melhor as atividades, potenciar o serviço prestado, mas também a situação financeira de todas as instituições".

Segundo o candidato independente apoiado pelo PSD e PPM, a Associação dos Bombeiros Voluntários Portuenses é uma "instituição imprescindível à cidade", tendo em conta que presta entre 600 a 750 serviços por mês, e assim um "recurso que deve ser utilizado em prol do interesse" da população.

Tomando conhecimento das dificuldades financeiras que esta corporação atravessa, Álvaro Almeida considerou que "certamente se conseguirão ganhos" se houver uma "melhor gestão e coordenação" das corporações.

Para o candidato, essa coordenação de esforços ajudará, não só os Portuenses, mas também os Voluntários do Porto e os próprios sapadores, "no sentido de reduzir custos e aumentar a qualidade dos serviços".

"Servir melhor, tornar a cidade mais segura e ajudar a associação" são resultados que o candidato espera alcançar com a proposta de criar sinergias entre as três corporações.

No início do mês, a presidente da Associação Humanitária dos Voluntários Portuenses revelou que a instituição, com 93 anos de existência, está a passar "por graves dificuldades financeiras" devido "ao passivo e a créditos herdados de anteriores direções" e, sem ajuda, "corre o risco de fechar".

"Em última análise, pode estar em causa o fim da associação", disse à Lusa Maria João Martinho, que assumiu a direção em maio, alertando para "um problema muito sério", porque "o passivo herdado é bastante elevado" e, mensalmente, a associação não tem "dinheiro para fazer face a despesas fixas e aos créditos assumidos por anteriores direções".

São candidatos à Câmara do Porto o independente Rui Moreira, apoiado pelo CDS-PP e MPT, o socialista Manuel Pizarro, Álvaro Almeida, pela coligação PSD/PPM, Ilda Figueiredo, da CDU, João Teixeira Lopes, do BE, Bebiana Cunha, do PAN, Costa Pereira, do PTP, Sandra Martins, do PNR e Orlando Cruz, do PPV/CDC.

O executivo da Câmara do Porto é composto por seis eleitos pelo movimento independente de Rui Moreira, três pelo PS, três pelo PSD (um deles tem pelouro atribuído por Moreira desde 2016, à revelia do partido, e a outro foi retirada a confiança política da concelhia social-democrata, no mesmo ano) e um da CDU.

As eleições autárquicas estão marcadas para 01 de outubro.

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