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Autárquicas: Coligação Confiança destaca redução da dívida da Câmara Municipal do Funchal

Logótipo de O Jogo O Jogo 07/08/2017 Administrator

A candidatura da Coligação Confiança à Câmara do Funchal, liderada pelo atual presidente da autarquia, Paulo Cafôfo, elogiou hoje o "rigor e boa gestão" camarária, que reduziu a dívida para o valor mais baixo dos últimos 15 anos.

"A boa gestão financeira e o equilíbrio orçamental foram sempre uma marca da governação da autarquia do Funchal nos últimos quatro anos", refere um comunicado da coligação, constituída pelo PS, BE, JPP, PDR e Nós Cidadãos, realçando que a redução da dívida foi conquistada à custa de "muitos sacrifícios" e de um "grande rigor orçamental".

Em 2013, quando Paulo Cafôfo derrotou o PSD e assumiu a liderança da Câmara Municipal do Funchal, então à frente da Coligação Mudança (PS, BE, PTP, MPT e PAN), a dívida global da autarquia era de 101,2 milhões de euros, sendo atualmente de 62,4 milhões de euros, o valor mais baixo desde 2002 (58,8 milhões de euros).

"Entre várias medidas, o equilíbrio orçamental foi conseguido por via de uma maior transparência nos procedimentos de contratação pública, com as adjudicações a serem feitas com ênfase ao concurso público e à concorrência do mercado", lê-se no comunicado, que dá como exemplo a gestão dos sistemas de águas residuais, o fornecimento de combustíveis e o Funchal Jazz.

A Coligação Confiança destaca, ainda, o trabalho do executivo de Paulo Cafôfo no que toca à centralização da plataforma de compras, que permitiu "ganhos em economias de escala e cumprimento escrupuloso da legislação vigente", bem como a regularização do património imóvel do município, a política de amortizações e a formalização a candidaturas a 36 programas comunitários de apoio.

"A estas medidas, soma-se uma correta priorização dos investimentos, a redução do IMI para a taxa mínima, a aplicação das isenções do IMI familiar, a devolução do IRS às famílias, os inúmeros benefícios fiscais na reabilitação urbana para os proprietários e a defesa intransigente dos direitos da autarquia", lê-se no comunicado.

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