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Autárquicas: Coligação pede investigação sobre fogo posto por eleitoralismo em Sintra

Logótipo de O Jogo O Jogo 18/08/2017 Administrator

Os cabeças de lista da coligação Juntos Pelos Sintrenses solicitaram hoje ao Ministério Público para investigar afirmações do presidente da Câmara de Sintra, de alegadas tentativas de fogo posto por motivações eleitoralistas.

Na participação apresentada no Departamento de Investigação e Ação Penal (DIAP) da comarca de Lisboa Oeste, em Sintra, solicita-se que o presidente da autarquia e recandidato, Basílio Horta (PS), esclareça "o que sabe quanto às alegadas quatro tentativas de fogo posto por motivações políticas em período eleitoral".

"Já tivemos quatro tentativas de fogo posto na serra. Na Biscaia. Quatro! Na Atalaia, três. Fogo posto. Isso preocupa-me muito. Que haja pessoas que em período eleitoral, que ponham, pessoas de cabeça perdida, que ponham fogo", afirmou, numa entrevista ao jornal 'online' "Observador", o presidente da câmara.

A coligação PSD/CDS-PP/MPT/PPM às próximas eleições autárquicas, em comunicado, informou que os cabeças de lista à câmara, Marco Almeida, e à assembleia municipal, José Ribeiro e Castro, solicitaram ao DIAP para que o autarca, autoridade municipal de Proteção Civil por inerência de funções, diga o que sabe sobre "as alegadas quatro tentativas de fogo posto".

"Urge que tais alegadas tentativas de fogo posto sejam investigadas e, sendo caso disso, punidos severamente os seus autores, sob pena de as afirmações/insinuações propaladas pelo candidato Basílio Horta serem aptas a pôr em causa a imagem e reputação dos candidatos às eleições autárquicas no concelho de Sintra", lê-se na queixa enviada à Lusa.

Para a coligação, as afirmações são passíveis de afetar a reputação dos candidatos "quer a nível pessoal, quer, o que é mais grave, abalar, destruir a sua honorabilidade, a sua credibilidade, prestígio e confiança em véspera de eleições".

"O candidato do PSD/CDS que deixe de ser incendiário político e respeite o trabalho dos bombeiros de Sintra e das forças de investigação criminal", respondeu à Lusa uma fonte oficial da autarquia.

A mesma fonte oficial acrescentou que, "perante o absurdo da queixa, e num momento particularmente dramático que o país atravessa, o município de Sintra e o seu presidente estão apenas interessados, por muito que custe a Marco Almeida, em continuar a defesa e proteção do património do concelho e de todos que vivem, trabalham e visitam Sintra".

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