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Autárquicas: Jerónimo acusa Catarina Martins de ignorância sobre trabalho dos eleitos locais da CDU

Logótipo de O Jogo O Jogo 19/09/2017 Administrator

O líder do PCP iniciou hoje a campanha eleitoral da CDU em defesa dos autarcas e do trabalho desenvolvido localmente, contrariando a ideia expressa na véspera pela coordenadora do BE, Catarina Martins.

"Aos que por ignorância ou verbalismo atiram pedras para o ar, podemos assegurar que os eleitos da CDU nunca faltaram, em maioria ou minoria, à defesa dos interesses dos trabalhadores e das populações", afirmou Jerónimo de Sousa, num almoço-comício numa quinta dos arredores de Tomar, Santarém, no primeiro de 11 dias oficiais de campanha autárquica.

A bloquista Catarina Martins mostrara-se, na segunda-feira, na Marinha Grande (Leiria), onde hoje a caravana CDU encerra o dia, "absolutamente chocada" com o "silêncio cúmplice" da generalidade das autarquias enquanto eram destruídos os serviços públicos, garantindo que os bloquistas concorrem às eleições locais também para mudar esta realidade.

"Eles têm um pouco a síndroma da raposa, que vê um cacho de uvas, salta três vezes e não as apanha. Então, vira-se de costas, de forma desdenhosa, e diz: estão verdes, não prestam'. É a mesma conceção que têm em relação às autarquias", disse, em nova referência ao BE e à sua escassa implantação no poder local, recorrendo à fábula da raposa e das uvas do grego Ésopo, readaptada pelo francês La Fontaine.

Jerónimo de Sousa, elogiando a tradição de "trabalho, honestidade e competência" dos responsáveis locais eleitos pela CDU, afirmou ainda que "o pior cego é o que não quer ver" em relação a "esses concorrentes" que "vêm atacar as autarquias".

Para o líder da CDU, que junta comunistas, ecologistas e independentes e lidera 34 municípios e cerca de 200 freguesias, "virem agora culpar as autarquias e os autarcas por aquilo que aconteceu é, no mínimo, injusto e irresponsável".

O secretário-geral do PCP recordou os quatro anos de Governo PSD/CDS-PP e os cortes introduzidos naquele período de intervenção externa pela 'troika' da Comissão Europeia, Banco Central Europeu e Fundo Monetário Internacional.

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