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Autárquicas: Jerónimo de Sousa assume objetivo de eleger mais candidatos da CDU

Logótipo de O Jogo O Jogo 03/09/2017 Administrator

O secretário-geral do PCP, Jerónimo de Sousa, assumiu hoje o "objetivo direto" de eleger mais candidatos da CDU nas autárquicas, o que, no seu entender, contribuirá, no plano nacional, para novos passos e avanços nas respostas aos problemas do país. "A eleição de mais candidatos da CDU em 01 de outubro é a garantia, em cada freguesia e concelho, de um trabalho ao serviço das populações e de uma resposta aos seus problemas. É esse o objetivo direto ...

O secretário-geral do PCP, Jerónimo de Sousa, assumiu hoje o "objetivo direto" de eleger mais candidatos da CDU nas autárquicas, o que, no seu entender, contribuirá, no plano nacional, para novos passos e avanços nas respostas aos problemas do país.

"A eleição de mais candidatos da CDU em 01 de outubro é a garantia, em cada freguesia e concelho, de um trabalho ao serviço das populações e de uma resposta aos seus problemas. É esse o objetivo direto destas eleições", avançou Jerónimo de Sousa num discurso de mais de 45 minutos, no encerramento da Festa do Avante!, a 'rentrée' do PCP, no qual deixou a lista de exigências para o Orçamento do Estado para 2018 (OE2018).

Como "comprova a vida política nacional", segundo o líder comunista, o país precisa "do trabalho, da honestidade e da competência do PCP" e é "por isso que as próximas eleições autárquicas assumem grande importância pelo que representam no plano local, mas também pelo que podem contribuir para dar força à luta" pela defesa do país.

"Mais votos na CDU são garantia de poder dar novos passos e avanços na resposta aos problemas do país, dos trabalhadores e do povo", garantiu no Seixal, no distrito de Setúbal.

E foi com a frase começada por "mais força à CDU" que Jerónimo de Sousa elencou aquelas que são as bandeiras das quais os comunistas não vão abdicar nas negociações para o OE2018, um caderno de encargos orçamental onde ficam os avisos ao Governo.

Jerónimo de Sousa ainda avisou que "a urgência da resposta imediata a necessidades não podem ofuscar e muito menos fazer eclipsar os problemas de fundo do país", recusando que os avanços iludam "os problemas acumulados de décadas de desastrosa política de direita e de recuperação capitalista e restauração monopolista de sucessivos governos do PS, PSD e CDS".

"Mais força à CDU para assegurar o aumento geral de salários e o aumento extraordinário do salário mínimo nacional para 600 euros em janeiro de 2018", começou por exigir, para além da "concretização do descongelamento das carreiras do conjunto dos trabalhadores da administração pública e o aumento dos salários".

Jerónimo de Sousa quer mais força para a CDU para o aumento do valor das pensões de reforma, "garantindo para 2018 um aumento mínimo de 10 euros para todas as pensões".

Garantir "uma política fiscal mais justa", uma das exigências mais visíveis neste OE2018, foi outro dos temas que não podia ficar de fora do discurso, pedindo os comunistas o desagravamento dos "impostos sobre os trabalhadores de mais baixos rendimentos com a criação de mais escalões no IRS e redução de taxas, com o reforço dos montantes do chamado mínimo de existência para os mais baixos salários".

O PCP quer "dar novos passos na proteção no desemprego, prolongando o prazo do subsídio e eliminando o corte dos 10%", para além de exigirem a ampliação do apoio à infância e à juventude, com o alargamento do abono de família nos seus montantes e universo de atribuição.

"Mais força à CDU para melhores serviços públicos, para o reforço do investimento, para a contratação dos profissionais necessários ao acesso pleno à educação com a entrada dos assistentes operacionais e técnicos em falta nas escolas e a vinculação de professores que, ano a ano, respondem a necessidades permanentes com vínculos precários", pediu.

Jerónimo quer um médico e enfermeiro de família para todos os portugueses até final de 2018 e mais investimento público, "pondo fim às portagens nas ex-SCUT e defendendo o sector do táxi do processo de liberalização em curso".

"Mais força à CDU para adotar uma política de redução de custos e tarifas energéticas, assegurando, designadamente a redução do preço de gás de botija, para pôr fim às privatizações incluindo a renovação das PPP, para defender direitos, para progredir na melhoria das condições de vida e no desenvolvimento do país", apelou.

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