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Autárquicas/Lisboa: PS continua a liderar 10 das 16 câmaras do distrito

Logótipo de O Jogo O Jogo 02/10/2017 Administrator

As autárquicas não trouxeram grandes alterações ao distrito de Lisboa, com o PS a continuar a liderar o maior número de câmaras, incluindo a capital, seguindo-se o PSD (3) e a CDU (2), enquanto Isaltino Morais recuperou Oeiras.

No distrito de Lisboa, o PS conseguiu 37,67% dos votos, elegendo 10 presidentes da Câmara, oito maiorias absolutas, num total de 70 mandatos (dos 152); seguindo-se a CDU, com 13,15% dos votos, tendo elegido dois presidentes de câmara e uma maioria absoluta (21 mandatos). O PSD, coligado com o CDS-PP, obteve 8,10% dos votos, uma câmara municipal (com maioria absoluta) e 17 mandatos, e, concorrendo sozinho, obteve 6,07% dos votos, duas câmaras (ambas com maioria absoluta) e 18 mandatos.

Apuradas todas as freguesias dos 16 municípios do distrito de Lisboa, e de acordo com os resultados oficiais divulgados pelo Ministério da Administração Interna, 10 câmaras continuam a ser presididas por candidaturas do PS, três pelo PSD, duas pela CDU e uma por um movimento independente.

À frente da Câmara de Oeiras continua a estar um movimento independente, embora Isaltino Morais, com o movimento Inovar - Oeiras de Volta (INOV) tenha vencido este domingo o seu 'delfim', o anterior presidente da Câmara, Paulo Vistas, que se candidatava pelo movimento IOMAF (Independentes, Oeiras Mais à Frente).

Isaltino Morais venceu em Oeiras com maioria absoluta, ao conseguir 41,65% dos votos (seis vereadores), seguindo-se o IOMAF com 14,18% dos votos (dois mandatos), o PS com13,42% votos (um mandato), o PPD/PSD/CDS-PP/PPM com 8,77% dos votos (um mandato) e a CDU com 7,84% dos votos (e um mandato).

Das câmaras lideradas pelo PS, destaque para Lisboa, onde Fernando Medina perdeu a maioria absoluta conquistada há quatro anos pelo agora primeiro-ministro, António Costa. O PS conseguiu 42,02%, seguindo-se o CDS-PP/MPT/PPM, com 20,57% dos votos (quatro vereadores), o PSD, com 11,23% dos votos (dois mandatos), a CDU, com 9,56% dos votos (dois mandatos) e o Bloco de Esquerda conseguiu regressar à vereação da capital.

Em Sintra, Basílio Horta (PS) foi reeleito, mas consegue com maioria absoluta: este ano obteve 43,05% dos votos (elegendo seis mandatos), seguindo da coligação PPD/PSD/CDS-PP/MPT/PPM com 29,01% dos votos com quatro mandatos e da CDU com 9,43% dos votos (um mandato). Em 2013, o candidato socialista tinha conseguido eleger os mesmos mandatos que o independente Marco Almeida (quatro).

Na Amadora, é reeleita a socialista Carla Tavares, embora continue sem maioria absoluta. Este ano consegue 47,97% dos votos (sete mandatos), quando o PPD/PSD/CDS-PP tem 18,09% dos votos e dois mandatos, a CDU 12,22% e um mandato e, por fim, o Bloco de Esquerda tem 6,94% dos votos e consegue eleger um vereador. Embora não tenha maioria na câmara, o PS consegue a maioria absoluta na Assembleia Municipal.

Em Odivelas, o socialista Hugo Martins é reeleito com maioria absoluta: tem 45,08% dos votos e seis mandatos, o PPD/PSD, CDS-PP tem 21,70% votos (três mandatos), a CDU 14,82% dos votos (e dois mandatos).

Em Vila Franca de Xira, o socialista Alberto Mesquita é reeleito, continuando sem maioria absoluta: obteve 39,06% dos votos (cinco mandatos), a CDU conseguiu 30,45% dos votos (quatro mandatos), a coligação PPD/PSD/CDS-PP/MPT/PPM arrecada 13,63% dos votos e um mandato e o Bloco de Esquerda obtém 6,99% dos votos e um mandato.

Em Arruda dos Vinhos, André Rijo (PS) é reeleito com maioria absoluta, ao conseguir 71,32% dos votos e seis mandatos, contra 19,31% dos votos e um mandato do PPD/PSD. Apesar deste resultado, o PS perde a maioria na Assembleia Municipal.

Em Torres Vedras, o socialista Carlos Bernardes é reeleito com maioria absoluta ao obter 51,06% dos votos (seis mandatos), contra os 31,31% (três mandatos) do PPD/PSD/CDS-PP, e o PS mantém a maioria absoluta na Assembleia Municipal.

Em Alenquer, Pedro Folgado (PS) é reeleito com 53,44% dos votos (quatro vereadores), seguindo-se PPD/PSD/CDS-PP com 22% dos votos (dois mandatos) e a CDU, com 14,07% votos (um mandato).

Na Azambuja, o socialista Luís de Sousa é reeleito com maioria absoluta: obteve 41,67% dos votos (quatro mandatos), seguindo-se PPD/PSD/MPT/PPM com 20,64% dos votos (dois mandatos) e CDU com 20,07% dos votos e um mandato.

Na Lourinhã, o PS mantém-se na liderança no município, com a reeleição de João Duarte Carvalho. Os socialistas conseguiram 47,58% dos votos (quatro mandatos) e o PPD/PSD 32,39% dos votos (três mandatos).

Dos municípios liderados pelo PSD, Carlos Carreiras renovou a maioria absoluta em Cascais, com 45,94% dos votos (seis vereadores), contra 29,09% do PS (quatro mandatos) e 7,45% da CDU (um mandato). Em comparação com 2013, o PS conseguiu mais um mandato e o PSD permanece sem maioria absoluta na Assembleia Municipal.

Também José Bernardo Nunes renovou a maioria absoluta no Cadaval, conseguiu 61,05% dos votos (cinco mandatos) enquanto o PS não foi além dos 24,66% (com dois mandatos), e Hélder Sousa Silva (PSD) foi reeleito com maioria absoluta em Mafra (56,79% e sete mandatos), contra 23,15% do PS (dois mandatos).

A CDU manteve a Câmara de Sobral de Monte Agraço: José Alberto Quintino foi reeleito com maioria absoluta, ao obter 50,36% dos votos (três mandatos), seguindo-se o PS com 26,20% (um mandato) e o PPS/PSD/CDS-PP, com 19,38% dos votos (um mandato).

Em Loures, Bernardino Soares voltou a vencer as eleições, mas sem conseguir novamente a maioria absoluta, com 32,76% votos e quatro vereadores (menos um do que em 2013). O PS obteve 28,24% dos votos (quatro mandatos) e o PPD/PSD/PPMteve 21,55% dos votos (três mandatos).

No distrito de Lisboa estavam inscritos 1.919.653 eleitores, dos quais apenas 48,67% (934.338) votaram. Os votos em branco representaram 2,97% (27.791) e os nulos 1,94% (18.109).

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