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Autárquicas: Narciso Miranda quer "medida de emergência" para lixo em Matosinhos

Logótipo de O Jogo O Jogo 20/07/2017 Administrator

O candidato independente à Câmara de Matosinhos Narciso Miranda defendeu hoje a contratação, por ajuste direto, de um serviço extra de recolha de lixo como "medida de emergência" para "estancar" o problema de resíduos acumulados no concelho.

"Quando há uma situação excecional têm de se tomar decisões excecionais. Desafio o presidente da Câmara de Matosinhos a avançar rapidamente com um ajuste direto, justificado por uma situação quase de emergência", para que seja possível "normalizar" o serviço de recolha de resíduos urbanos no concelho, disse Narciso Miranda, que hoje esteve na freguesia de Guifões.

Desde o início do mês que a recolha de resíduos urbanos em Matosinhos está a ser feita por uma nova empresa concessionária do serviço e a autarquia já reconheceu "anomalias na recolha" que provocam um acumular de lixo nas ruas, junto a contentores.

Num comunicado divulgado no dia 11 na sua página da rede social 'Facebook', na qual os munícipes têm vindo a colocar sistematicamente fotografias de lixo acumulado, a Câmara de Matosinhos já lamentou a situação e anunciou decidir por "os serviços técnicos da autarquia a intensificar o acompanhamento da recolha de resíduos em todo o concelho" para assim tentar "atenuar e resolver as situações de incumprimento".

A autarquia garantiu ainda que esse esforço vai manter-se e "continuará até que a normalidade seja reposta", garantindo-se ainda que todos os custos daqui decorrentes serão posteriormente imputados à empresa concessionária".

Para o candidato independente e antigo autarca do concelho, esta situação "afetou a imagem de Matosinhos" e tem de ser rapidamente solucionada.

Narciso Miranda remeteu para depois de sanado o problema uma análise ao que "aconteceu e não devia ter acontecido".

O candidato congratulou-se com "o esforço que está a ser feito há mais de uma semana com a máquina municipal" para tentar "estancar" o problema, adiantando que, na sua opinião, a "situação está progressivamente a melhorar, à custa dos equipamentos e dos funcionários municipais, que têm sido inexcedíveis".

Agora, salientou, o que interessa é resolver "o problema com uma medida excecional, contratar serviços para que, de uma forma articulada, com a empresa a quem se adjudicou, nem que seja só por oito dias, custe o que custar, naturalmente cumprindo as regras estabelecidas na lei, colocar Matosinhos na situação anterior", sublinhou.

Narciso Miranda referiu ainda que "é quase impossível dizer que este ponto de Matosinhos está melhor do que aquele" relativamente a acumulação de lixo, mas apontou "a zona da restauração e a zona mais central dos tecidos urbanos, como as mais afetadas" pelo problema.

No comunicado da semana passada, a autarquia recordou que "a substituição das empresas prestadoras de serviços de recolha e transporte de resíduos urbanos e limpeza urbana do concelho de Matosinhos decorre de imperativos legais incontornáveis e não de uma qualquer opção arbitrária".

"A Câmara de Matosinhos lançou, ainda em 2015, dois concursos públicos internacionais destinados assegurar a continuidade da prestação dos referidos serviços públicos, nos termos e com os fundamentos a que a autarquia está legalmente vinculada" e, "por deliberação do executivo municipal de 29 de março de 2016, a prestação de serviços de recolha de resíduos foi adjudicada ao consórcio vencedor dos referidos concursos públicos", refere, adiantando porém que "a interposição de processos judiciais por parte das empresas preteridas atrasou a entrada em vigor dos novos contratos", o que veio a acontecer no primeiro dia deste mês.

JAP

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