Está a utilizar uma versão de browser mais antiga. Utilize uma versão suportada para obter a melhor experiência possível com o MSN.

Autárquicas: Novo presidente de Beja quer captar investimento para criar emprego

Logótipo de O Jogo O Jogo 18/10/2017 Administrator

O novo presidente da Câmara de Beja, o socialista Paulo Arsénio, assumiu hoje como uma das prioridades do seu mandato a "tentativa" de captar investimento para o concelho com o objetivo de "aumentar as possibilidades de empregabilidade".

Paulo Arsénio, que recuperou o antigo ´bastião` comunista do Baixo Alentejo que só tinha estado nas "mãos" do PS entre 2009 e 2013, falava na tomada de posse dos eleitos para a Câmara e a Assembleia Municipal de Beja nas autárquicas do passado dia 01 de outubro.

Segundo Paulo Arsénio, o novo executivo do município, composto por quatro eleitos pelo PS e três pela CDU, vai "aliviar progressivamente" o Imposto Municipal sobre Imóveis (IMI) aplicado no concelho, "uma promessa" que começa a cumprir "já este ano".

O novo executivo também vai tentar o "aproveitamento pleno" dos eixos dos quadros comunitários de apoio em vigor ou a vigorar e que "sejam do interesse municipal", o que é "absolutamente decisivo" para "um concelho competitivo num futuro próximo", disse.

Paulo Arsénio frisou que o novo executivo da autarquia não terá "receio" de "assumir" eventuais novas competências atribuídas pelo Governo na área da educação, "acompanhadas, como previsto, pela transferência de verbas do poder central".

O novo executivo também será "muito forte" na "internacionalização da marca Beja" e na "melhor divulgação" das condições e potencialidades da cidade e do concelho" para que neles "se poderem instalar pessoas e empresas", disse.

Segundo Paulo Arsénio, o novo executivo municipal vai ser "parceiro" dos organismos do Estado, do Governo, das instituições particulares de solidariedade social, coletividades, associações, escolas, organizações sindicais e patronais e das restantes autarquias do país "numa lógica de unir esforços para fazer melhor por Beja".

"Seremos uma câmara positiva e não uma câmara do contra nem uma câmara da terra queimada", disse Paulo Arsénio, referindo que serão, "sem dúvida alguma, para manter" algumas medidas que vêm do anterior executivo CDU e que o novo PS considera "positivas".

O novo presidente referiu que o novo executivo irá valorizar os espaços culturais, sociais, lúdicos, recreativos e económicos do concelho e estar "muito atento" aos "mais frágeis" e aos deficientes.

A maioria PS do novo executivo da câmara irá tratar o concelho de Beja como se da sua "própria casa se tratasse" e não "poupará a esforços" para que haja "sempre os maiores consensos possíveis" com a oposição sobre as várias matérias em relação às quais a Câmara e a Assembleia Municipal de Beja terão de decidir nos próximos quatro anos, prometeu.

"O facto de termos [PS] vencido por expressiva margem não nos torna donos da verdade absoluta", frisou, referindo que espera "das oposições o mesmo esforço, a mesma tolerância para o entendimento e o mesmo espírito construtivo que a nova maioria [de eleitos pelo PS] porá em prática".

Nas autárquicas de 01 de outubro, a candidatura do PS liderada por Paulo Arsénio conseguiu 46,25% dos votos e maioria absoluta e reconquistou a Câmara de Beja, que os socialistas tinham perdido para a CDU em 2013.

A CDU, através da recandidatura do presidente cessante, o histórico autarca comunista João Rocha, que faltou à tomada de posse de hoje por estar ausente no estrangeiro, devido a compromissos inadiáveis, alcançou 37,61%, passou a segunda força política.

As candidaturas do PSD, do Bloco de Esquerda e do CDS-PP obtiveram 5,38%, 3,43% e 3,19% dos votos, respetivamente, e nenhuma conseguiu eleger qualquer vereador.

AdChoices
AdChoices

Mais de O Jogo

image beaconimage beaconimage beacon