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Autárquicas: Oposição ao PS em Lisboa não dá "rigorosamente nada" -- Ana Catarina Mendes

Logótipo de O Jogo O Jogo 28/09/2017 Administrator

A secretária-geral adjunta do PS, Ana Catarina Mendes, defendeu hoje que a oposição ao partido em Lisboa, nomeadamente do PSD e do CDS, não apresenta "rigorosamente nada" nas autárquicas e pediu votos para evitar "um regresso ao passado".

"Da parte dos nossos adversários, não encontramos nenhuma ideia para a cidade, nenhuma preocupação com os lisboetas: encontramos a candidata do CDS a lutar pela sua sobrevivência à frente da liderança do CDS - e até já chamou Paulo Portas para segurar esse mesmo lugar - e temos Teresa Leal Coelho, o espelho do atual PSD, [com] nenhum projeto para Lisboa, nenhum projeto para o país", disse Ana Catarina Mendes.

Falando no renovado Campo da Cebolas, em Lisboa, que hoje recebeu um comício da candidatura do PS à capital, a responsável reforçou: "É isto que nos dá a nossa oposição aqui em Lisboa, nada, rigorosamente nada e nenhuma preocupação".

Ana Catarina Mendes vincou que "Paulo Portas, Passos Coelho, Teresa Leal Coelho e Assunção Cristas são o rosto mais recente do empobrecimento, dos despedimentos, do desinvestimento nas pessoas e nas empresas do país, do convite à emigração".

"Não queremos um regresso ao passado, queremos o futuro e o futuro é com o PS e com Fernando Medina", sublinhou.

Aludindo ao período do anterior Governo, liderado pelo PSD e pelo CDS-PP, Ana Catarina Mendes observou que "Lisboa deu passos à frente em contraciclo, enquanto a direita desgovernava" o país.

"Foi capaz de ser inclusiva, foi capaz de gerar capacidade de investimento, de chamar os mais empreendedores, de chamar a inovação, foi capaz de colocar, com o Fernando Medina, as contas em ordem", enumerou.

Do mesmo modo, "enquanto a direita nos empobreceu e nos disse que era fatal como o destino nós empobrecermos ou emigrarmos, o PS demonstrou, ao final de quase dois anos [de Governo] que foi possível repor rendimentos nos salários, nas pensões, nas prestações sociais, aumentar o salário mínimo nacional", destacou.

Ana Catarina Mendes, que conheceu Fernando Medina na faculdade, falou ainda sobre os dois anos em que o candidato esteve à frente da Câmara de Lisboa, após a saída de António Costa, sustentando que "foram a demonstração evidente da [sua] competência, da visão, da coragem e da ambição".

Nas eleições de 01 de outubro concorrem à presidência da Câmara de Lisboa Assunção Cristas (CDS-PP/MPT/PPM), João Ferreira (CDU), Ricardo Robles (BE), Teresa Leal Coelho (PSD), o atual presidente, Fernando Medina (PS), Inês Sousa Real (PAN), Joana Amaral Dias (Nós, Cidadãos!), Carlos Teixeira (PDR/JPP), António Arruda (PURP), José Pinto-Coelho (PNR), Amândio Madaleno (PTP) e Luís Júdice (PCTP-MRPP).

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