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Autárquicas: Presidente reeleito da Câmara de Évora (CDU) promete investimento

Logótipo de O Jogo O Jogo 02/10/2017 Administrator

O presidente reeleito da Câmara de Évora, Carlos Pinto de Sá (CDU), prometeu hoje "começar a fazer investimento estruturante" no concelho, no próximo mandato, depois de quatro anos a "tapar buracos" deixados pelo PS.

"Precisamos de ter um salto qualitativo no trabalho pelo desenvolvimento de Évora. Tivemos quatro anos em que estivemos, literalmente, a tapar 'buracos', ou melhor, a tapar uma enorme 'cratera' que existia", disse, numa alusão à dívida deixada pela anterior maioria do PS no município.

Segundo Carlos Pinto de Sá, eleito para um segundo mandato à frente da câmara da capital de distrito alentejana, novamente com maioria absoluta, nas eleições autárquicas de domingo, existem, "agora, condições" para "começar a fazer investimento estruturante para Évora".

O autarca discursava, perante dezenas de militantes, num palco instalado em frente à sede da sua candidatura autárquica.

De acordo com os resultados oficiais das eleições de domingo, disponibilizados pelo Ministério da Administração Interna, a CDU reconquistou a Câmara de Évora com 40,52% dos votos (quatro mandatos).

O PS foi a segunda força política mais votada, com 26,39% (dois mandatos), seguindo-se o PSD, com 14,90% (um mandato), o CDS-PP/MPT/PPM, com 5,86%, o Bloco de Esquerda, com 4,79%, e o partido Pessoas-Animais-Natureza (PAN), com 2,15%.

No seu discurso, o autarca comunista mostrou-se satisfeito por os eleitores terem renovado "a confiança na CDU" e prometeu trabalhar "com todos, em todas as freguesias e na câmara, independentemente do seu posicionamento" político.

"Todas as propostas, ideias e tudo aquilo que possa contribuir para melhorar Évora são bem-vindos", afiançou.

O presidente comunista reeleito referiu ainda que o projeto político da CDU "pensa, sobretudo, em quem tem problemas e mais dificuldades".

"E, nesse sentido, os órgãos autárquicos, com a CDU, levantarão a voz em sua defesa, para exigir que o Estado e as instituições possam corresponder àquilo que é necessário fazer para que cada pessoa possa vir a ter uma vida digna", afirmou.

Contactada pela agência Lusa, Elsa Teigão, a cabeça de lista do PS, assumiu que o resultado ficou "aquém" daquilo que esperava.

"Não é aquilo que esperávamos. Esperávamos aumentar o número de vereadores" na câmara e "que a CDU perdesse a maioria absoluta", mas "não o conseguimos", lamentou.

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