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Autárquicas: Teresa Leal Coelho está em Lisboa de "corpo inteiro", não para "prova de vida" -- Passos

Logótipo de O Jogo O Jogo 19/07/2017 Administrator

O presidente do PSD, Pedro Passos Coelho, justificou hoje o convite a Teresa Leal Coelho para concorrer à autarquia de Lisboa por saber que estaria "de corpo inteiro" neste desafio, e não para fazer "prova de vida".

"A Teresa não está aqui a fazer outras provas, prova de vida, não está aqui para somar, averbar nada mais que não seja a oportunidade de governar Lisboa", defendeu Passos Coelho, na apresentação da candidata do PSD à Câmara Municipal de Lisboa, que decorreu na Fundação Champalimaud.

O líder do PSD enumerou características da candidata, como "o grande cosmopolitismo", "grande abertura a ideias novas" ou "a forma rápida e impetuosa como reage às coisas", para destacar o seu lado genuíno, por contraponto a "um fingimento e cinismo" que considera caracterizarem o atual momento político.

"A candidatura de Teresa Leal Coelho é realmente uma frescura grande, uma lufada de ar fresco que acho que o país precisa e Lisboa merece", defendeu.

Passos criticou ainda a atual liderança socialista da autarquia da capital, considerando que não tem tido força política para resolver problemas que têm de ter uma intervenção do Governo, também do PS.

"Não existe uma força política própria no município para tratar destes problemas", afirmou, apontando como exemplo a necessidade de reforço das infraestruturas e recursos humanos para receber os turistas crescentes.

O líder do PSD defendeu que não é possível "ter uma vez e meia a procura" de há dez anos de turistas e "ter o mesmo dispositivo para receber as pessoas", referindo-se em concreto ao Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SEF).

"Não queremos que os turistas que procuram Portugal e Lisboa estejam três horas no aeroporto", criticou, defendendo que não é possível melhorar esta situação sem pôr em causa a segurança, a não ser com reforço dos recursos humanos.

Passos Coelho fez questão de cumprimentar o ex-presidente do PSD e antigo primeiro-ministro Pedro Santana Lopes, que marcou presença, e a sua qualidade de antigo autarca da capital.

"Com certeza nos traz boas memórias de um tempo em que o PSD foi realmente muito importante para o que se vivia, sonhava e podia fazer em Lisboa", afirmou.

Passos destacou também o contributo que José Eduardo Martins, candidato a presidente da Assembleia Municipal, poderá dar à candidatura, depois de o antigo deputado lhe ter feito um rasgado elogio na sua intervenção, a primeira da noite.

"São tempos fáceis para o PSD: no tempo em que somos governados com tamanha desfaçatez e populismo, é muito fácil encontrar no sentido de Estado, seriedade e responsabilidade que o presidente do partido todos os dias empresta à vida política, para ter vontade fazer este combate", afirmou José Eduardo Martins, que no último congresso foi uma das vozes críticas de Pedro Passos Coelho.

O líder do PSD reconheceu que a eleição em Lisboa será difícil, mas disse que tal não é um problema, mas um desafio: "Nós não somos de desistir, muito menos quando as coisas são difíceis, é quando elas são difíceis que nos suplantamos. Boa sorte senhora Lisboa".

Num anfiteatro ao ar livre, marcaram presença o anterior e o atual líderes parlamentares do PSD, Luís Montenegro e Hugo Soares, as vice-presidentes do partido Maria Luís Albuquerque e Teresa Morais, o líder da distrital de Lisboa e deputado Pedro Pinto, bem como vários deputados (Margarida Mano, Joana Barata Lopes, Sérgio Azevedo), o candidato do partido a Oeiras, Ângelo Pereira, ou o ex-secretário de Estado Luís Paes Antunes.

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