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Barcelona/Ataque: Iraque e Paquistão condenam atentado

Logótipo de O Jogo O Jogo 18/08/2017 Administrator

Os governos do Iraque e do Paquistão condenaram hoje o atentado em Barcelona, que matou pelo menos 13 pessoas e deixou uma centena feridas, e apelaram à cooperação internacional para combater o terrorismo.

Num comunicado, o porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros iraquiano, Ahmed Gamal, expressou a sua solidariedade "com o povo e o Governo espanhol" pelo ataque, em que uma carrinha atropelou centenas de pessoas nas Ramblas.

"Os grupos terroristas (...) movem-se como células dormentes em vários países, incluindo europeus, numa tentativa desesperada de mostrar a sua presença", afirmou.

O porta-voz acrescentou é "necessário cooperação e coordenação internacional para detetar estas células e eliminá-las, bem como cortar o seu financiamento e castigar todos os meios de comunicação que publicam o seu pensamento e discurso 'takfiri' (radical)".

Por seu lado, o primeiro-ministro do Paquistão, Shahid Khaqan Abbasi, condenou o ataque e apresentou condolências aos familiares das vítimas.

Num comunicado enviado hoje, Abbasi defendeu que os ataques terroristas não podem assustar os espanhóis.

"Enquanto os terroristas subestimarem o espírito das sociedades que pretendem minar, irão perder", afirmou.

Um atentado terrorista em Barcelona, na tarde de quinta-feira, provocou 13 mortos e cerca de uma centena de feridos, após uma furgoneta ter galgado um passeio e atropelado dezenas de pessoas, nas Ramblas, no centro da cidade.

O ataque ocorreu pela 17:00 (16:00 em Lisboa) e foi já reivindicado pelo grupo extremista Estado Islâmico, através dos seus canais oficiais de comunicação.

A polícia catalã já deteve três suspeitos de envolvimento no ataque e um outro suposto autor do atentado foi encontrado morto em Sant Just Desvern, em Baix Llobregat, a 12 quilómetros de Barcelona, depois de uma troca de tiros com a polícia catalã, após ter forçado a passagem de um controlo policial e ter atropelado uma polícia.

O motorista da furgoneta utilizada no ataque terrorista nas Ramblas ainda estará em fuga.

Já esta madrugada, a polícia catalã abateu cinco alegados terroristas em Cambrils, a 117 quilómetros de Barcelona, depois de terem atropelado várias pessoas no centro da estância balnear no sudoeste da Catalunha. Pelo menos sete pessoas ficaram feridas, indicou a polícia catalã, denominada Mossos d'Esquadra.

Quatro dos atacantes tinham explosivos ligados ao corpo e a polícia está a investigar uma possível ligação entre os dois ataques.

Ao final de quinta-feira, o secretário de Estado das Comunidades Portuguesas, José Luis Carneiro, referiu não ter conhecimento da existência de portugueses entre as vítimas do atentado de Barcelona.

Espanha encontra-se em nível quatro de alerta antiterrorista, numa escala de cinco, por risco elevado de atentado desde junho de 2015, quando o ministério do Interior adotou essa medida após os atentados quase em simultâneo em França, na Tunísia, no Kuwait e na Somália.

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