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Bartomeu: "Em caso de independência, o clube e os sócios devem decidir em que liga vão jogar"

Logótipo de O Jogo O Jogo 02/10/2017 António Soares

O presidente do Barcelona reconheceu que a decisão de jogar à porta fechada foi a mais difícil que teve de tomar

Josep Maria Bartomeu, presidente do Barcelona, surgiu em conferência de Imprensa esta segunda-feira para explicar a decisão tomada pelo clube de defrontar o Las Palmas à porta fechada. "Nos últimos anos temos defendido o referendo, porque somos pelo direito a decidir e temos de apoiar o exercício pleno da liberdade de expressão dos nossos sócios", explicou.

Pressões: "Foi um dia difícil para todos, recebemos pressões de todo o tipo, mas decidimos jogar à porta fechada pelo impacto que supúnhamos que tivessem 90 minutos sem público nas bancadas e por essa decisão se falou do Barcelona no Mundo inteiro. Mas em caso de independência, o clube e os sócios devem decidir em que liga vão jogar"

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Jogo à porta fechada com o Las Palmas: "Condenamos de forma enérgica o uso abusivo e indiscriminado da violência que tentou evitar o voto de milhões de cidadãos. Entendo que muitos sócios esperaram que anulássemos o encontro com o Las Palmas, mas não conseguimos fazer com que a Liga aceitasse a nossa proposta. Por fim, decidimos jogar à porta fechada, como forma de protesto".

Contra os atos de domingo e solidário com as vítimas: "O que vimos no domingo é inadmissível. Os catalães ganharam o direito a serem ouvidos. Estamos solidários com as vitimas da repressão.

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