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BBVA revê em alta crescimento do PIB para 2,6% em 2017

Logótipo de O Jogo O Jogo 20/07/2017 Administrator

O banco BBVA reviu em alta a sua estimativa do crescimento económico deste ano para 2,6%, quando anteriormente previa que o Produto Interno Bruto (PIB) português avançasse "entre os 2% e os 2,5%".

No Observatório Económico de julho divulgado hoje, o banco espanhol antecipa "uma estabilização do crescimento do PIB durante o segundo trimestre em cerca de 0,5% em cadeia", em resultado da "continuidade do crescimento do consumo privado e da contribuição positiva, tanto do setor da construção como do turismo", apesar de um comportamento "menos positivo" das exportações de bens e do aumento do crescimento das importações.

Com os indicadores de atividade disponíveis, e com a "surpresa positiva" do primeiro trimestre deste ano, os economistas do BBVA antecipam uma "manutenção de condições", que vão apoiar a "continuação da recuperação", levando o banco espanhol a elevar a previsão de crescimento do PIB português para os 2,6% em 2017 e para os 2,3% em 2018.

No Observatório Económico anterior, divulgado em junho, o grupo de análise do banco previa que a economia portuguesa crescesse "entre os 2% e os 2,5%" este ano, numa melhoria da projeção anterior - que apontava para uma evolução de 1,7%.

O BBVA considera que "o consumo ainda não mostra sinais de esgotamento", salientando que os dados das vendas a retalho de abril e maio mostram uma aceleração, o que também é observado no registo de veículos. Os economistas do banco destacam também a melhoria do indicador coincidente e da confiança dos consumidores, "que alcançou o nível mais alto desde que é elaborado".

Por outro lado, os analistas referem que "o investimento continua sem dar sinais claros de recuperação", apontando que, após a aceleração observada no primeiro trimestre do Índice de Produção Industrial (IPI) referentes a maquinaria e equipamento, "o mês de abril mostrou-se mais débil".

Além disso, o BBVA refere que "a boa situação do comércio mundial e as previsões de crescimento positivas para a Europa e Espanha continuarão a apoiar as vendas ao exterior de bens e serviços portugueses", acrescentando que "os fatores que impulsionaram a procura de serviços turísticos portugueses mantêm-se".

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