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BE promove sexta-feira colóquio sobre políticas públicas para o património cultural

Logótipo de O Jogo O Jogo 06/07/2017 Administrator

O BE promove na sexta-feira, na Assembleia da República, um colóquio intitulado "Património Cultural: políticas públicas", no qual vão intervir diversos especialistas na área, pretendendo o partido "dar um contributo para restituir a dignidade ao património".

De acordo com o programa, a abertura do colóquio de sexta-feira à tarde está a cargo da coordenadora do BE, Catarina Martins, seguindo-se as intervenções de diferentes especialistas e um período para o público participar, sendo a iniciativa encerrada pelo deputado bloquista Jorge Campos.

Em antecipação à agência Lusa, Jorge Campos explicou que "ao promover este colóquio o Bloco de Esquerda pretende dar um contributo para restituir a dignidade ao património, valorizando e dando prioridade à sua dimensão cidadã".

"Portugal tem um vastíssimo património, material e imaterial. Infelizmente, não tem merecido a atenção que lhe é devida. Ou, o que é igualmente grave, tem sido objeto de políticas assentes em critérios mercantis, prevalecendo, muitas vezes, lógicas meramente consumistas", criticou.

A primeira intervenção, sobre "Património Edificado", estará a cargo de Maria Ramalho, que trabalho na Direção-Geral do Património Cultural desde 1990, seguindo-se o tema da "Arqueologia" pela voz de Jacinta Bugalhão, licenciada em História pela Faculdade de Letras de Lisboa e mestre em Arqueologia pela Faculdade de Letras do Porto.

Segue-se depois uma intervenção sobre "Museus" da antiga diretora do Museu do Chiado e do Instituto Português de Museus, Raquel Henriques da Silva e uma sobre "Património Imaterial" da responsabilidade de Hélder Ferreira, sociólogo e Presidente de direção da Progestur.

Sob o tema "Políticas do Património Cultural" farão uma alocução Luís Raposo (presidente do ICOM Europa) e António Carlos Silva (antigo diretor do Serviço de Bens Culturais da Direção Regional de Cultura do Alentejo).

Na convocatória para o colóquio - que tem mais de duas dezenas de instituições inscritas - o BE explica que "numa época em que o economicismo prevalece e o desenvolvimento assume quase exclusivamente a forma de projeto, o património cultural assume crescentemente o papel produto de consumo rápido - ou então de obstáculo na paisagem".

"Ou seja, apresenta-se como foco de conflito social, em vez de se constituir como testemunho com valor de civilização ou de cultura, de interesse relevante, conforme se dispõe na Lei de Bases do Património Cultural. Hoje, como sempre em momentos de crise, importa perguntar o que fazer para o futuro", referem os bloquistas.

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