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BE questiona Governo sobre comissões de contas na CGD e apresenta dois diplomas

Logótipo de O Jogo O Jogo 25/07/2017 Administrator

O BE colocou hoje cinco perguntas ao Governo, através do Ministério das Finanças, sobre o aumento das comissões cobradas aos clientes pela Caixa Geral de Depósitos (CGD) e apresentou dois diplomas sobre serviços mínimos bancários.

"O BE está muito preocupado com este aumento, que é preocupante, mas não é inédito. É uma prática transversal a todo o sistema bancário para compensar perdas de rendimento, nomeadamente as quebras nas taxas de juros. Apelamos para que este aumento seja travado, em particular os que atingem as pessoas que, não tendo 65 anos, têm reformas até 835 euros", disse, a vice-presidente da bancada parlamentar do BE Mariana Mortágua, em conferência de imprensa na Assembleia da República.

A deputada bloquista desafiou ainda PSD e CDS-PP, que disse "apareceram agora como defensores dos clientes" depois de chumbarem iniciativas do BE para sua proteção, a votarem desta vez a favor das propostas apresentadas.

Na segunda-feira, PSD e CDS-PP já tinham questionado o Ministério das Finanças e o próprio banco público sobre o assunto e o PCP exigiu a imediata reversão da medida, enquanto o BE criticou o facto de a CGD passar a fazer o que a restante banca já faz.

Os clientes da CGD, que até agora estavam isentos de comissões, vão passar a pagar 4,95 euros por mês ou a escolher a conta com custos mais baixos, de acordo com a nova tabela de comissões e despesas da CGD, divulgada na segunda-feira pelo jornal Público.

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