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Belenenses reclama dívidas da SAD relativas à formação

Logótipo de O Jogo O Jogo 15/07/2017 Hugo Monteiro

A direção do Belenenses afirmou, em comunicado, que a SAD deve ao clube as verbas relativas à compensação por formação de jogadores e ao mecanismo de solidariedade da UEFA

Patrick Morais de Carvalho, presidente do Belenenses © Filipe Amorim/Global Imagens Patrick Morais de Carvalho, presidente do Belenenses

Depois de o Centro de Arbitragem da Câmara de Comércio e Indústria de Lisboa ter determinado que os débitos e créditos da conta-corrente entre ambas as partes são nulos, a direção do Belelnenses, liderada por Patrick Morais de Carvalho, vem agora lembrar que os valores respeitantes à formação "não fazem parte da conta-corrente entre clube e SAD".

"A decisão do Tribunal Arbitral veio dar razão ao Clube de Futebol 'Os Belenenses', na sua interpretação de que a compensação devida ao clube pela mais-valia líquida registada pela SAD na venda de atletas formados pelo clube a terceiros se encontra incluída na conta-corrente. Ao contrário, as receitas da compensação por formação e do mecanismo de solidariedade da UEFA, nos termos dos regulamentos aplicáveis, encontram-se integralmente em dívida ao clube, uma vez que não fazem parte da conta-corrente entre clube e SAD", pode ler-se no comunicado emitido pelo Belenenses.

O clube reforça que apenas "os montantes incluídos na conta-corrente entre clube e SAD se encontram saldados à data de 31 de dezembro de 2016", conforme a recente decisão do Tribunal Arbitral, pelo que reclama "as receitas da compensação por formação e do mecanismo de solidariedade da UEFA".

Desta forma, a direção dos 'azuis' assegura que vai "refazer todos os cálculos e apresentar o consequente pedido de liquidação à SAD, dado que os valores se encontram em dívida".

Na quinta-feira, a SAD do Belenenses anunciou que o Centro de Arbitragem da Câmara de Comércio e Indústria de Lisboa tinha determinado que a sociedade anónima e o clube não são credores nem devedores um do outro.

A SAD, liderada por Rui Pedro Soares, considerava-se credora de 338 mil euros, respeitantes a uma dívida do Totonegócio que a SAD assumiu perante a Federação Portuguesa de Futebol (FPF), enquanto o clube, presidido por Patrick Morais de Carvalho, afirmava que a SAD devia 521 mil euros.

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