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Benfica defende em Dortmund vantagem curta que costuma ser decisiva

Logótipo de O Jogo O Jogo 06/03/2017 Mónica Santos

Depois de afastar Liverpool (2005/06) e Zenit (2011/12 e 2015/16), o Benfica está em boa posição para voltar a ultrapassar os oitavos, sendo que, na estreia e na última presença, também arrancou com 1-0 caseiro, registo que valeu, aliás, passagem em 12 de 13 confrontos europeus.

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O Benfica defende quarta-feira no reduto do Borussia Dortmund uma curta vantagem, um 1-0 caseiro que costuma significar o apuramento, neste caso para os quartos de final da Liga dos Campeões em futebol.

Um golo solitário do grego Mitroglou, o homem do momento, e uma série de defesas, incluindo um penálti, de Ederson colocaram os encarnados na corrida pela manutenção do pleno nos oitavos de Champions.

Depois de afastar Liverpool (2005/06) e Zenit (2011/12 e 2015/16), o Benfica está em boa posição para voltar a ultrapassar os oitavos, sendo que, na estreia e na última presença, também arrancou com 1-0 caseiro, registo que valeu, aliás, passagem em 12 de 13 confrontos europeus.

Se estes números dão esperança aos encarnados, outros fazem temer o pior, como o único resultado em Dortmund: em 1963/64, a equipa da Luz, que tinha estado nas três anteriores finais da Taça dos Campeões, também chegou em vantagem (2-1), mas acabou goleada de forma expressiva (0-5).

Mais do que o passado, o que preocupará o treinador Rui Vitória será o atual Borussia Dortmund, equipa que, na Luz, dominou o jogo quase por completo e criou oportunidades suficientes para construir um resultado volumoso.

O gabonês Pierre-Emerick Aubameyang foi o espelho da exibição dos alemães, pela forma como não conseguiu materializar uma série de ocasiões claras, incluindo uma grande penalidade, detida pelo inultrapassável Ederson.

Certo é que, num misto de mérito defensivo do Benfica e demérito ofensivo dos alemães, a vantagem está do lado dos portugueses, até porque as oportunidades de golo da Luz não transitam para o Westfalenstadion, agora Signal-Iduna Park.

O avanço dos encarnados é curto, mas é alguma coisa e pode crescer exponencialmente no caso de Mitroglou, que leva nove tentos nos últimos sete jogos, continuar na senda goleadora, ele que na Luz só precisou de uma ocasião para faturar.

Caso o grego ou outro jogador encarnado marque, o Borussia Dortmund fica obrigado a apontar pelo menos três golos, o que não logrou nas duas últimas receções a equipas lusas: 1-0 ao Sporting, na fase de grupos da presente edição, e 2-0 ao FC Porto, na primeira mão dos oitavos da Liga Europa 2015/16.

No reduto de equipas da Alemanha, o Benfica tem 13 derrotas por números que agora a afastavam, mas aproveita oito, incluindo as duas únicas vitória, a primeira (2-0 em Estugarda, em 2010/11) iniciada com um tento de Salvio.

A equipa portuguesa soma ainda dois desaires por 1-0, que levariam a eliminatória para prolongamento, o último bem recente, na época passada, face ao Bayern Munique, vencedor com um tento do chileno Arturo Vidal logo aos dois minutos.

No ensaio para a segunda mão dos oitavos, o Benfica segurou a liderança da I Liga, com um triunfo por 1-0 no reduto do Feirense, selado por Pizzi, enquanto o Dortmund, terceiro na Alemanha, goleou em casa o Bayer Leverkusen por 6-2, mas terá perdido o influente Marco Reus, com mais uma lesão.

O encontro entre o Borussia Dortmund e o Benfica, da segunda mão dos oitavos de final da Liga dos Campeões em futebol, realiza-se quarta-feira, no Signal-Iduna Park, em Dortmund, a partir das 20:45 locais (19:45 em Lisboa).

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