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Bernd Storck atira “pressão” para Portugal e diz que Hungria não tem “nada a perder”

Logótipo de LusaLusa 24/03/2017 Marco Oliva
MANUEL DE ALMEIDA/LUSA © EPA / MANUEL DE ALMEIDA MANUEL DE ALMEIDA/LUSA

Lisboa, 24 mar (Lusa) - O selecionador húngaro de futebol afirmou hoje que a formação magiar não tem "nada a perder" diante de Portugal, no encontro de qualificação para o Mundial2018, e frisou que a pressão está do lado dos campeões europeus.

"Vai ser um jogo fantástico, após quatro meses de preparação. Vamos defrontar o campeão europeu e não temos nada a perder. A situação é clara, eles são os favoritos, mas queremos fazer o nosso melhor. Temos de marcar golos para ganhar o jogo", afirmou Bernd Storck, em conferência de imprensa.

O técnico, que fazia a antevisão do encontro da quinta jornada do grupo B de qualificação para o próximo Mundial, marcado para sábado, no Estádio da Luz, em Lisboa, lembrou o bom desempenho da Hungria frente a Portugal, no último Campeonato da Europa, num jogo que terminou 3-3, ainda que sublinhando que este será um confronto diferente.

"No Europeu jogámos bem contra eles, sem medo. Agora, é outro jogo. Jogamos fora, na casa deles. Queremos fazer um bom jogo. A pressão está do lado de Portugal. Eles é que têm de mostrar que são os melhores da Europa", salientou Storck.

O treinador alemão assegurou que "é um grande desafio jogar contra a equipa fantástica que é Portugal", antes de admitir que a Hungria continua a correr por ‘fora’ no grupo B, perante a concorrência da seleção portuguesa e da Suíça.

"Sabemos que não somos os favoritos, mas queremos a qualificação. Suíça e Portugal são os favoritos e nós somos os terceiros nesta corrida. Estamos dois pontos atrás de Portugal e, se queremos a qualificar-nos, sabemos que temos de ganhar. Seria ótimo somar pontos neste jogo", disse.

Já o capitão húngaro, Balázs Dzsudzsák, que anotou dois golos contra Portugal, no Euro2016, revelou a "forte motivação" dos magiares e, tal como Bernd Storck, considerou que este será um encontro diferente daquele que se disputou há nove meses, em Lyon.

"Esse jogo foi diferente, pelo ambiente, pelo grau de nervosismo. Seria um erro ter esse jogo como base e contar com os mesmos três golos. O mais importante é que o grupo saiba o que quer fazer. Não é importante quem marca o golo, mas sim a vitória", afirmou.

De resto, o extremo, que alinha no Al Wahda, dos Emirados Árabes Unidos, recusou que o jogo de sábado seja decisivo para as contas do apuramento.

"Este jogo tem um peso muito grande, mas não viemos com a ideia de que qualificação depende exclusivamente deste jogo. Esperamos o melhor resultado possível e temos de juntar pontos fora de casa", analisou o jogador, de 30 anos.

Por seu lado, o médio Zoltan Gera, que abriu o marcador no embate do Europeu, antecipou uma partida "difícil" para os magiares.

"Sabemos que temos um jogo muito difícil pela frente e jogamos contra o campeão europeu. Fizemos uma boa preparação e sabemos o que queremos. Temos um plano e os jogadores sabem o que têm de fazer. Vamos tentar por isso em prática", concluiu.

Portugal está no segundo lugar do Grupo B com nove pontos, menos três do que a Suíça e mais dois do que a Hungria, que é terceira, num grupo em que apenas o primeiro posto dá acesso direito ao Campeonato do Mundo de 2018.

O Portugal-Hungria está agendado para as 19:45 e terá arbitragem do polaco Szymon Marciniak. Até hoje estavam vendidos 55 mil bilhetes e é esperado que a assistência no Estádio da Luz atinja os 60 mil.

MYO (LG) // NFO

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