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Bolsa de Valores Cabo Verde quer aceder ao mercado internacional para aumentar liquidez

Logótipo de O Jogo O Jogo 04/08/2017 Administrator

O presidente da Bolsa de Valores de Cabo Verde (BVC), Manuel Lima, agora reconduzido no cargo, disse hoje que a instituição quer aceder ao mercado internacional para aumentar a liquidez e ter mais recursos para as empresas do país.

A meta foi traçada por Manuel Lima aos jornalistas após ser empossado para mais um mandato como presidente do Conselho de Administração (CA) da Bolsa de Valores de Cabo Verde, dizendo, porém, que para isso é preciso aumentar a qualidade dos serviços prestados.

"A qualidade dos serviços é importante. Estes dois pontos - liquidez e qualidade dos serviços - são fundamentais e serão os eixos norteadores desta nova equipa para os próximos anos", sustentou o novo PCA.

Manuel Lima, presidente da bolsa cabo-verdiana desde 2012, indicou que a internacionalização poderá ser ou através da fusão com outras bolsas ou a criação de ligações com outras bolsas para facilitar a entrada e saída de recursos.

A posse foi conferida pelo ministro das Finanças cabo-verdiano, Olavo Correia, que também apontou a internacionalização como um dos objetivos da Bolsa de Valores.

"Isso é essencial. Cabo Verde só será um país desenvolvido se se abrir ao mundo, por isso é que liberdade de movimentação de pessoas, bens e capitais é essencial para o nosso futuro. Só assim podemos amplificar as oportunidades de emprego e rendimentos", disse o ministro.

Olavo Correia disse que a Comunidade Económica dos Estados da África Ocidental (CEDEAO) poderá ser um dos mercados alvos de Cabo Verde, que também poderá ser uma praça para domiciliar fundos de investimentos, que depois podem ser aplicados em toda a parte do mundo.

Para isso, afirmou que o país precisa criar um "quadro legal robusto e internacional", ter jovens "altamente qualificados" para poderem prestar serviço de qualidade, ter bom sistema de comunicações e um bom ambiente de negócios.

O reconduzido presidente traçou ainda como prioridades a criação de mais oportunidades de aplicações para os investidores e para as instituições financeiras poderem operar.

Também pretende fornecer mais informação aos investidores, ter um preço justo e razoável para as pessoas terem acesso ao mercado bem como aumentar a literacia financeira dos investidores.

Além do reconduzido presidente Manuel Lima, o novo Conselho de Administração da Bolsa de Valores de Cabo Verde, criada em maio de 1998, será composto pelos administradores executivos Isidoro Gomes e Maria Jaqueline do Rosário.

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