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Brasil defende criação de fórum de serviços de informações contra o terrorismo

Logótipo de O Jogo O Jogo 04/09/2017 Administrator

O Presidente brasileiro, Michel Temer, defendeu na cimeira das potências emergentes BRICS (Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul) a criação de um fórum de serviços de informações para intensificar a luta contra o terrorismo.

Este mecanismo, que foi apoiado pelo resto dos países-membros dos BRICS na declaração final após a cimeira "seria uma contribuição adicional para os esforços em prevenir atos terroristas", afirmou Michel Temer.

O chefe de Estado brasileiro aproveitou o seu discurso enfatizar que o Brasil participou na criação do Tratado sobre a Proibição das Armas Nucleares, que será assinado no próximo mês, e aproveitou para condenar os recentes testes com mísseis nucleares realizados pela Coreia do Norte.

"Em perspetiva mais abrangente e de mais longo prazo, o desarmamento nuclear é a garantia mais eficaz contra a proliferação", disse.

Michel Temer defendeu ainda uma mudança na composição do Conselho de Segurança das Nações Unidas (ONU) para legitimar melhor as decisões sobre a segurança internacional, outro ponto em que a China e a Rússia, membros permanentes do Conselho de Segurança, expressaram o seu apoio na declaração final.

A nível regional, o Presidente brasileiro advertiu sobre a crise política, económica e social da Venezuela, país vizinho do Brasil, precisa de uma solução pacífica que não viole a sua soberania.

Dentro do espaço dos BRICS, Michel Temer defendeu a redução da burocracia no comércio mútuo, discutiu o potencial do banco de desenvolvimento criado pelos cinco países e encorajou a construção de projetos de infraestrutura que unam os Estados membros do bloco.

"Precisamos simplificar os procedimentos de exportação e importação e dar mais agilidade aos procedimentos governamentais", referiu o Presidente do Brasil no seu discurso perante os presidentes chinês, Xi Jinping, russo, Vladimir Putin, sul-africano, Jacob Zuma, e o primeiro-ministro indiano, Narendra Modi.

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