Ao utilizar este serviço e o conteúdo relacionado, concorda com a utilização de cookies para análise, anúncios e conteúdos personalizados.
Está a utilizar uma versão de browser mais antiga. Utilize uma versão suportada para obter a melhor experiência possível com o MSN.

Brasil, o pentacampeão "omnipresente"

Sportinveste 19/05/2014 Fonte: Sportinveste Multimédia
Brasil, o pentacampeão "omnipresente" © Sportinveste Multimédia Brasil, o pentacampeão "omnipresente"

O Brasil, único pentacampeão e totalista, é a incontornável referência da história dos Mundiais de futebol, iniciada em 1930, apenas interrompida pela II Grande Guerra e com 20.ª edição marcada, 64 anos volvidos, para solo “canarinho”.
A formação “verde e amarela” conquistou o primeiro troféu, a Taça Jules Rimet, ao chegar ao “tri” em 1970, no México, dando sequência aos triunfos na Suécia (1958) e Chile (1962), e, depois, ainda venceu nos Estados Unidos (1994) e na primeira edição na Ásia e em dois países, a Coreia do Sul e o Japão (2002).
O “penta”, selado por uma equipa comandada pelo ex-selecionador luso Luiz Felipe Scolari, entretanto de regresso ao cargo, tem muitos nomes e protagonistas, mas nenhum comparável a Edson Arantes do Nascimento, o “Rei” Pelé.
Único futebolista tricampeão mundial da história do futebol, Pelé lidera uma lista de enormes figuras, como Garrincha, e o seu “Drible de Deus”, ou Mário Zagalo, bicampeão como jogador e vencedor como selecionador e coordenador técnico.
Os brasileiros mostraram mais uma “infindável” série de “craques”, como Leónidas, Ademir, Vavá, Didi, Amarildo, Gilmar, Djalma Santos, Jairzinho, Rivelino, Tostão, Carlos Alberto, Gerson, Zico, Sócrates, Falcão, Romário, Ronaldo, Rivaldo, Ronaldinho Gaúcho ou Kaká. Seguir-se-á Neymar.
No total, são cinco títulos, 67 vitórias e 210 golos marcados, mas também enormes deceções, a maior a perda do título em casa, em 1950, o “Maracanazo”. Na única edição sem final, o Brasil só precisava de empatar com o Uruguai, no último jogo, mas, depois de estar a vencer, perdeu por 2-1.
A Itália, que, com um inspirado Paolo Rossi, “enganou” a “super equipa” do Brasil de 1982, é a segundo do “ranking”, com quatro cetros, mesmo não tendo evitado dois desaires na final, com os “canarinhos”, em 1970 e, nos penáltis, em 1994.
Sob o comando de Vittorio Pozzo, o único selecionador com dois títulos, a Itália também triunfou em 1934, como anfitriã, e na edição seguinte, em 1938, em França.
A Alemanha é a terceiro do ranking, face aos cetros, como RFA, de 1954 (Suíça) e 1974 (em casa), em finais com as "poderosas" Hungria e Holanda, e em 1990 (Itália), com Franz Beckanbauer, único, a par de Zagallo, a vencer como jogador e treinador.
Com dois títulos, segue o Uruguai, que venceu em 1930 a primeira edição, em Montevideu, e conquistou o segundo sucesso em 1950, destroçando o anfitrião Brasil, e a Argentina, vencedora em 1978, perante os seus adeptos, e em 1986, no México, num imparável “solo” de Diego Armando Maradona.
A restrita lista de campeões engloba Inglaterra, França e, desde 2010, a Espanha, que ganhou a primeira edição africana, na África do Sul, graças a um golo de Andrés Iniesta no prolongamento da final com a Holanda, pela terceira vez derrotada no jogo decisivo, como em 1974 e 1978. A Europa passou a vencer a América do Sul por 10-9.
Por seu lado, Inglaterra França ganharam em casa, os inventores do futebol em 1966, numa prova em que ninguém brilhou mais do que o português Eusébio da Silva Ferreira, e os galeses em 1998, graças a um “bis” de Zinedine Zidane na final.
O formato do Mundial sofreu, ao longo do tempo, significativas alterações, nomeadamente nos participantes: depois dos 13 em 1930, seguiram-se 16 em 34, 15 em 38 e 13 em 50, fixando-se depois em 16, de 1954 a 1978, até passarem a 24, em 1982. Desde 1998, o número subiu para 32 e assim continua.
Os sistemas de desempate sofreram também mudanças, passando-se de um segundo jogo até à "lotaria" das grandes penalidades, que ditou pela primeira vez um vencedor nas meias-finais de 1982, entre RFA e França.
Aliás, e depois da Argentina, em 1986, apenas o Brasil, em 2002, e a Espanha, em 2010, não precisaram desta forma de desempate para chegar ao título, ao contrário da RFA, em 1990 (“meias”, com a Inglaterra), do Brasil, em 1994 (final, com a Itália), da França, em 1998 (“quartos”, com a Itália), e da Itália, em 2006 (final, com a França).
A fase final já acolheu 76 seleções - a Bósnia-Herzegovina será a 77.ª -, sendo que 12 delas chegaram, pelo menos uma vez, à final: as oito vencedoras e ainda a Holanda (três derrotas), a Checoslováquia e a Hungria (ambas com duas) e a Suécia (uma).
Por seu lado, Polónia, Estados Unidos, Áustria, Chile, Portugal, Croácia e Turquia já alcançaram o lugar mais baixo do pódio, enquanto Jugoslávia, União Soviética, Bélgica, Bulgária e Coreia do Sul têm como melhor o quarto posto.

AdChoices
AdChoices
image beaconimage beaconimage beacon