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"Bruno Alves será cabeça de cartaz, o líder"

Logótipo de O Jogo O Jogo 18/06/2017 Alcides Freire

Pelo Santos Laguna, Pedro Caixinha recrutou em Portugal Djaniny, que foi decisivo nos três títulos. Agora voltou à carga e apostou em quatro jogadores portugueses para revitalizar o gigante adormecido.

© Filipe Amorim/Global Imagens

Voltou a apostar no mercado português, desta vez em força. É apetecível e dá garantias?

-Desde que estive no Sporting como adjunto que vou analisando os mercados e criando bases de dados. Há uma regulamentação na Escócia que não me permite apontar a todos os jogadores que eu queria, tenho de filtrar. Fomos buscar o Bruno [Alves], o cabeça de cartaz. Quero que seja um dos nossos grandes líderes, quer no balneário quer no terreno de jogo. Apesar da sua idade é um grande profissional, pode dar-nos muito e encaixa na perfeição; depois o Fábio [Cardoso] que vai aprender muito com ele, já tem muita qualidade, processo de formação num grande, tem alguns anos de Liga e está em fase de maturação; temos também o Dálcio por empréstimo, pode jogar em diferentes posições e está em processo de evolução; e o Daniel Candeias com o qual já trabalhei no Nacional na sua melhor temporada, mas está agora em fase mais madura, mais experiente, mais sólido, com responsabilidades familiares. Também apostámos no mercado mexicano e no local, da Escócia. Tivemos o cuidado de ter cerca de 15 locais no plantel, entre escoceses e do Reino Unido, e um total de nove estrangeiros. Mas a verdade é que não me colocaram um "budget". Disseram-me para avaliar, tomar decisões, vender e emprestar, e apresentar o que queria. Provavelmente não tenho nem metade do valor para comprar em relação ao Celtic.

A idade de Bruno Alves e alguma falta de velocidade são problemas compensados pelo que pode acrescentar, tal como o "apadrinhar" o crescimento de Fábio Cardoso?

-Nesta fase da carreira só a capacidade de antecipar problemas, de ler as jogadas, a perceção e conhecimento que tem do jogo colmatam eventuais dificuldades a nível físico. Nunca consigo ver os centrais individualmente, vejo-os como dupla, e eles podem muito bem complementar-se. Mas o Fábio já demonstra liderança e comunicação.

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