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Bruno de Carvalho diz que vídeo-árbitro defende "espetáculo e verdade" do futebol

Logótipo de LusaLusa 04/05/2017 António Oliveira

Alcochete, Setúbal, 04 mai (Lusa) - O presidente do Sporting, Bruno de Carvalho, afirmou hoje que o vídeo-árbitro vai contribuir para a "defesa do espetáculo e verdade do futebol", referindo que o tempo vai dando razão às propostas apresentadas pelo clube.

"Em primeiro lugar, e sendo pública e notória a posição do Sporting Clube de Portugal sobre esta matéria, quero deixar uma palavra de congratulação pela decisão da Federação Portuguesa de Futebol (FPF) e da sua direção no sentido de contribuir para a defesa do espetáculo e para a verdade do futebol jogado dentro das quatro linhas", afirmou o presidente, numa mensagem publicada nas redes sociais.

MANUEL DE ALMEIDA/LUSA © LUSA / MANUEL DE ALMEIDA MANUEL DE ALMEIDA/LUSA

O recurso ao vídeo-árbitro entrará em vigor na próxima época de futebol, na I Liga, revelou o presidente da Federação Portuguesa de Futebol (FPF), Fernando Gomes, após autorização do International Board (IFAB).

Bruno de Carvalho refere que está satisfeito pelo facto de a FPF ter tido "a coragem de avançar" com uma medida que vai "proteger os árbitros dos inevitáveis erros do ser humano", lembrando que esta foi uma luta "intransigente e solitária" do Sporting nos últimos anos.

O presidente do Sporting acrescenta que, nos últimos meses, as mais altas instâncias do futebol tomaram decisões relevantes "na sequência de propostas lançadas" pelo clube.

"Refiro-me, concretamente, à deliberação da FIFA e do TAD de decretarem ilegais a partilha de passes entre clubes e os fundos opacos, às mudanças introduzidas pelo fisco espanhol no sentido de acabar com os negócios obscuros de empresários de futebol e, agora mesmo, a introdução definitiva do vídeo-árbitro", salientou.

Bruno de Carvalho defendeu que muitas vezes se sentiu a "pregar no deserto", mas que o tempo tem dado razão às ideias e propostas que apresentou.

"Não podemos agora permitir que este aparente ímpeto reformista das cúpulas que dirigem o futebol fique por aqui. É preciso ter a coragem de mudar tudo o que está mal, desde os regulamentos disciplinares, colocando-os conforme as leis da República e a Constituição, e promovendo, verdadeiramente, a pacificação do futebol português através de medidas concretas como aquelas que o Sporting Clube de Portugal tem vindo a sugerir", concluiu.

AYL // NF

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