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Bruno de Carvalho revela carta de Pereira Cristóvão e Paiva dos Santos

Logótipo de O Jogo O Jogo 29/09/2017 Ana Proença

Segundo o presidente leonino, esta sexta-feira em Assembleia-Geral, os dois associados querem que ele seja suspenso de funções. Bruno de Carvalho deixou muitos recados internos.

No discurso aberto ao público, na Assembleia Geral do Sporting da noite desta sexta-feira, transmitido pela Sporting TV, Bruno de Carvalho falou dos sportinguistas que se têm juntado ao rol de inimigos e à série de ataques pessoais de que líder leonino se diz estar a ser alvo.

Bruno de Carvalho nomeou dois desses sportinguistas que, segundo o presidente, mandaram uma carta para o conselho fiscal e disciplinar do Sporting a pedir a suspensão precisamente do número um da hierarquia leonina.

"Foi um pedido dos associados Paulo Pereira Cristóvão e Pedro Paiva dos Santos", os quais, de acordo com Bruno de Carvalho, tentaram nessa carta associá-lo a uma figura do rival ao tratarem-no várias vezes por "Sr. Bruno Miguel Azevedo". Ou seja, ao ex-presidente do Benfica Vale e Azevedo.

"É preciso mais do que este tipo de cartas, de ações ou de castigos para me assustarem. Se começassem a escrever alguma coisa de jeito, talvez me ajudassem a fazer algum tipo de esforço. Toda a gente tem o direito à sua opinião, mas não o direito de ofenderem o presidente do Sporting ou ajudarem os rivais a ofenderem o presidente do Sporting ou o próprio clube", declarou Bruno de Carvalho.

© Filipe Amorim/Global Imagens

O líder leonino falou também, ainda a propósito dos ataques e críticas de que tem sido alvo, do que os sportinguistas comentaram acerca da entrevista de duas horas que Bruno de Carvalho deu recentemente à Sporting TV.

"Vejo vários sportinguistas dizer que os castigos estão a acontecer porque o presidente se põe a jeito (...) O presidente tem de estar sempre de fato, o presidente não pode fazer aquela cara (...) Os comentários que li e ouvi fizeram-me pensar se valerá a pena explicar aos sportinguistas o que se está a passar (...) fizeram-me pensar que, às vezes, é melhor ficar na ignorância", afirmou.

"Tenho pena que não tenham querido aproveitar [a entrevista] para perceber quem são as pessoas de que eu falei e de que as decisões estão todas erradas", acrescentou.

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