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Bruno Fernandes: "Na Udinese mandavam-me ir buscar fruta"

Logótipo de O Jogo O Jogo 08/03/2017 Hugo M. Monteiro

O médio português esteve em destaque na rubrica "Gazeta da Diáspora" de O JOGO, na segunda-feira, e revelou alguns dos momentos mais caricatos da sua carreira em Itália.

© EPA/Simone Venezia

Momento mais cómico: "Assim de repente... Fui sempre bem acolhido. A parte de servir à mesa, de ir buscar a sobremesa, mas são coisas normais para os mais novos, Na Udinese, os mais velhos pediam-me para ir buscar fruta, eu tinha que perguntar quem é que queria e não queria. Era uma praxe".

Momento mais dramático na carreira: "Felizmente, ainda não tive nenhum momento que se possa considerar dramático, ou menos bom."

Treinador que mais o impressionou e porquê: "Guidolin. Foi o treinador que me deu oportunidade, a possibilidade de me estrear na Serie A, nunca deixou de acreditar, mesmo após alguns jogos menos bons. É um treinador que fica para sempre na minha memória por ter dado a possibilidade de pisar os relvados italianos, de jogar num dos maiores campeonatos. Chamava-me à parte e dizia que sendo jovem há momentos em que estas coisas acontecem, as coisas não saem tão bem nos jogos. Para estar tranquilo, que tinha a confiança dele e iria ter sempre".

Atleta mais habilidoso que conheceu: "Até ao momento, foi o Di Natale. A coisa mais impressionante que o vi fazer foi no domingo em que assino pela Udinese. Fui ver o Udinese-Chievo e o Di Natale faz um golo de pé esquerdo completamente impossível, de primeira sem deixar cair a bola. Foi a coisa que mais me marcou também por ser o primeiro dia na Udinese, foi um golo espetacular, do outro mundo. No dia seguinte conheci-o e falámos sobre isso e nos três anos em que tive a possibilidade de falar com ele, tive a possibilidade de ver outras coisas espetaculares que ele fazia e que não são normais, que se viam poucas vezes. Ele era um daqueles jogadores que impressionava por esses momentos".

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