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Bryan Ruiz serve para a Rússia e acerta saída do Sporting

Logótipo de O Jogo O Jogo 09/10/2017 Francisco Sebe
© USA Today Sports

Capitão costa-riquenho foi providencial no carimbar do passaporte para o Mundial e acerta com a SAD os termos para a desvinculação em janeiro.

Bryan Ruiz vive, apesar do momento conturbado que atravessa, dias decisivos na sua carreira. Desde logo, foi o capitão da Costa Rica que, na madrugada de ontem assistiu, já nos descontos, para o golo que valeria o empate (1-1) com as Honduras e deu por garantida a presença da seleção do seu país no Mundial da Rússia no próximo ano. Depois, porque está prestes a ultimar com os responsáveis da SAD leonina os termos da sua rescisão contratual, para que possa voltar a competir, acertando novo vínculo com outro clube enquanto jogador livre, por forma a ganhar ritmo e estar em forma no próximo verão, quando se disputa o Campeonato do Mundo.

citacaoBryan Ruiz fez o seu último jogo pelo Sporting frente ao Feirense, na época passada

O processo de desvinculação do Sporting não tem sido pacífico apesar de, agora, ser encarado como a solução pouco menos que inevitável por ambas as partes. Bryan Ruiz, a par de Douglas, não entrou nas contas de Jorge Jesus para a época 2017/18 e passou a evoluir à margem do plantel principal e dos bês, suscitando mesmo a intervenção do presidente da Federação de Futebol da Costa Rica, que apelou aos leões - e a Bruno de Carvalho, em particular - para permitirem que o capitão da seleção costa-riquenha pudesse, pelo menos, treinar ou até mesmo jogar pela equipa secundária dos leões, de modo a ter ritmo competitivo em época de Mundial. O Sporting, face ao cenário atual, procura um acordo com o jogador que permita evitar o pagamento de meio ano dos encargos salariais, o que equivaleria à poupança de cerca de 600 mil euros - Bryan aufere 1,2 milhões limpos em Alvalade.

O camisola 10 e capitão da Costa Rica foi providencial no apuramento consumado da seleção para o Mundial da Rússia e não escondeu a satisfação pelo cruzamento que acabaria por ser concluído pelo "gigante" (1,96 m) Kendall Waston. "Foi o melhor cruzamento de pé direito que fiz na minha carreira", disse o criativo canhoto ainda leão.

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