Está a utilizar uma versão de browser mais antiga. Utilize uma versão suportada para obter a melhor experiência possível com o MSN.

Câmara de Évora pede reunião ao Governo para reclamar obras em escola

Logótipo de O Jogo O Jogo 09/08/2017 Administrator

A Câmara Municipal de Évora, de maioria CDU, solicitou uma reunião ao Ministério da Educação para reclamar obras na Escola André de Gouveia, a única secundária da cidade que não foi requalificada pela Parque Escolar.

"As escolas estão qualificadas e respondem pedagogicamente àquilo que é esperado dos estabelecimentos de educação e ensino, exceto a Escola Secundária André de Gouveia", afirmou hoje à agência Lusa a vice-presidente do município, Élia Mira.

A autarca adiantou que o município, o agrupamento de escolas e a associação de pais da Escola Secundária André de Gouveia (ESAG) já enviaram um pedido de reunião à secretária de Estado Adjunta e da Educação, Alexandra Leitão.

"Temos uma espécie de consórcio no sentido de motivar o Ministério da Educação a assumir a parte da comparticipação nacional que é necessária para se poder recorrer a fundos comunitários para uma intervenção" na escola, referiu.

A responsável pelo pelouro da educação realçou que as outras escolas do terceiro ciclo e secundárias de Évora já foram intervencionadas, assinalando que a ESAG esteve "integrada num projeto da Parque Escolar, mas nunca chegou a avançar".

"Temos uma escola que está muito degradada a vários níveis", observou Élia Mira, indicando que alguns problemas "são perfeitamente visíveis e outros não, como o caso das instalações elétricas, canalizações e o conforto térmico" do edifício.

Além disso, notou que o pavilhão desportivo da escola "tem uma cobertura em fibrocimento e, muito provavelmente, terá amianto".

A vice-presidente da Câmara de Évora defendeu que as obras na escola devem ser assumidas pelo Ministério da Educação, salientando que o município "não tem competências", nem recursos financeiros para tal.

Élia Mira revelou que a Direção-Geral dos Estabelecimentos Escolares (DGEstE), "num contacto informal", chegou a propor que a câmara municipal assumisse metade da contrapartida pública nacional do projeto.

"Lamentavelmente não podemos, por constrangimentos financeiros que o município atravessa e porque o próprio Programa de Apoio à Economia Local (PAEL) não nos permite", justificou, salientando que a prioridade do município é "investir nas escolas" que estão sob a sua alçada.

AdChoices
AdChoices

Mais de O Jogo

image beaconimage beaconimage beacon