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Cabo Verde continua a precisar dos parceiros internacionais - PM

Logótipo de O Jogo O Jogo 04/07/2017 Administrator

O primeiro-ministro cabo-verdiano disse hoje, na cidade da Praia, que 42 anos depois da independência Cabo Verde continua a precisar do apoio dos parceiros internacionais, mas reafirmou a aposta numa economia menos dependente das transferências externas.

Ulisses Correia e Silva, que durante a manhã esteve reunido com os representantes diplomáticos e das organizações internacionais presentes no país, agradeceu o apoio dado ao crescimento e ao desenvolvimento desde a independência, a 05 de julho de 1975.

"Precisamos acelerar o processo de crescimento e de desenvolvimento. O apoio dos nossos parceiros ainda continua a ser necessário, quer em termos de apoio às reformas, quer do esforço de infraestruturação", disse.

Ulisses Correia e Silva disse ainda ter transmitido aos parceiros internacionais a mensagem de que o país está a fazer uma "forte aposta" no investimento, na atração do turismo, no comércio e "na mudança de perfil" da economia cabo-verdiana "para deixar de ser tão dependente de transferências externas e passar a exportar mais".

O encontro serviu também para o chefe do Governo cabo-verdiano apresentar aos parceiros internacionais o quarto fórum mundial do poder local, que Cabo Verde acolhe em outubro, e que deverá trazer ao país representantes locais de todo o mundo.

"Queremos que o fórum seja um evento marcante para um Cabo Verde com capacidade de organizar e de aumentar a sua notoriedade externa", disse, acrescentando que recebeu manifestações de apoio e de interesse em participar dos vários parceiros internacionais.

A reunião com os diplomatas e representantes das organizações internacionais aconteceu depois de, durante quatro dias, os embaixadores e cônsules cabo-verdianos terem estado reunidos na cidade da Praia para receber do Governo orientações sobre as linhas de política externa.

No encontro, o primeiro-ministro apresentou aos representantes das missões diplomáticas e dos postos consulares a linhas gerais da política externa de Cabo Verde, centrada numa aposta na diplomacia económica e no reforço da parceria com a União Europeia.

Ulisses Correia e Silva admitiu também a necessidade de reforçar a ação diplomática do país no Reino Unido, principal mercado emissor de turistas, e sublinhou a intenção de ter uma "participação política ativa" na Comunidade Económica de Países da África Ocidental (CEDEAO) com "presença efetiva" nos cargos da organização.

"Vamos ter, seguramente ainda este ano, uma representação diplomática em Abuja, na Nigéria,(sede da CEDEAO) para podermos estar mais próximos e influenciarmos os acontecimentos", disse, adiantando que Cabo Verde está a trabalhar para assumir na próxima cimeira a presidência da comunidade.

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