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Camará: "Tentaram agredir a minha companheira grávida"

Logótipo de O Jogo O Jogo 02/05/2017 Ana Proença
© António Cotrim/LUSA

Camará emitiu esta segunda-feira um comunicado em que se diz vítima de perseguição, há várias épocas, de "um pequeno grupo de gente que se assume como anti-Belenenses SAD". Esta terça-feira dá uma conferência de imprensa no Sindicato dos Jogadores

Em comunicado, Abel Camará diz-se vítima do "ódio de uma pequena fração" de adeptos desde 2011/12, e denunciou a tentativa de agressão de um "desordeiro" à sua mulher, que está grávida, após o jogo com Paços de Ferreira. "A verdade é que aguentei muito", escreveu.

Camará conta que os insultos começaram em 2014/15, quando o Belenenses conseguiu o apuramento Liga Europa. "Não me esqueço de que fui insultado logo no primeiro jogo de preparação, contra o Oriental. O grupo e toda a estrutura, liderada pela Presidente Rui Pedro Soares, não deixaram que um pequeno grupo de gente que se assume como anti-Belenenses SAD me incomodasse ou desestabilizasse a equipa e, pouco a pouco, fomos superando o sucedido", pode-se ler.

"Este ódio por parte dessa pequena facção vem da época 2011/12. No final de um jogo contra o Sporting da Covilhã, alguns adeptos manifestaram a sua legítima insatisfação, mas houve então um grupo que resolveu rodear e insultar a mãe do nosso capitão da altura, Sérgio Barge. Nesse momento resolvi intervir, separei as pessoas e acalmei a situação, tendo posteriormente sido acusado de ter agredido esses adeptos. Até hoje, contudo, ninguém o provou nem apresentou queixa. Se tivesse havido incorrecto da minha parte, por que não teriam apresentado queixa?"

Camará desfia o rol de queixas até ao jogo deste domingo: "À saída do estádio, quando esperava a minha companheira, deparo-me com um grupo de desordeiros a insultar-me e a tentar agredir-me. Um deles tentou inclusivamente agredir a minha companheira, que está grávida. E isso eu não admito. Assobiar e insultar faz parte, infelizmente, da vida de jogador, e faz parte sobretudo da cultura desportiva que desde algum tempo se instalou em Portugal. Mas partir para a agressão é algo intolerável e que jamais admitirei. Sendo certo que basta ver as redes sociais para saber que tudo isto e uma campanha organizada, e todos sabem quem são as pessoas que a organizam e incentivam."

Camará diz ainda nunca ter entendido até hoje a razão da perseguição. "Infelizmente, por razões que realmente me ultrapassam e que até hoje não consigo entender, a situação tomou outros caminhos e um pequeno grupo de desordeiros espera sempre uma falha minha para me atacar e desestabilizar, como voltou a acontecer no jogo deste domingo, contra o Paços de Ferreira."

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