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Carlos Barbosa apresenta "projeto europeu" para o Paços

Logótipo de O Jogo O Jogo 26/04/2017 O Jogo

Candidato a presidente da Direção quer colocar o Paços "ao mais alto nível, a ganhar e na Europa"

Carlos Barbosa apresentou esta quarta-feira a candidatura à presidência do Paços de Ferreira. Na véspera de ser conhecida a data do ato eleitoral, o antigo presidente que concorre ao cargo de presidente da Direção, começou por revelar as razões que o levaram a candidatar-se.

"Candidato-me por causa da grande paixão que tenho pelo Paços de Ferreira. É o clube do meu coração e enfrentarei este desafio com grande frontalidade. Quando saí há três anos, por razões de saúde e também por algum cansaço, havia um projeto europeu e uma estrutura forte que permitia um crescimento sustentado, o que já não se verifica. Quero, por isso, retomar esse projeto. Sinto-me capaz e com vontade. Vejo que a atual situação do clube não é a melhor".

© Fábio Poço/Global Imagens

Carlos Barbosa apontou as linhas principais do seu programa:

"O projeto europeu não está a ser cumprido, assim como não estão ser cumpridas determinadas medidas de gestão que estavam projetadas. Aposto num projeto europeu e de crescimento".

Paulo Meneses, o atual presidente que procura ser eleito para mais um mandato, diz ter uma candidatura mais realista e obra apresentada. Quem é o pai da remodelação da Mata Real? "A obra foi toda idealizada e fundamentada por mim e, em termos desportivos, a atual direção não tem feito nada. Aproveitaram somente o meu balanço, mas sem grande rentabilidade. E o número elevado de jogadores emprestados é um sintoma disso".

Mais promessas de Carlos Barbosa. "Há que colocar o Paços ao mais alto nível, a ganhar e na Europa. Vou remodelar o departamento de observação. Há três e quatro anos não era tão vago. Em dois anos tivemos 14 jogadores emprestados e nos meus últimos dois anos na presidência não tínhamos nenhum. Não sou contra jogadores emprestados, mas não devem ser tantos num clube que quer crescer. Vamos apostar no também nos jogadores jovens. Fizemos isso durante a minha presidência e com grande rentabilidade, como se verificou com o Diogo Jota".

O candidato a presidente do Paços quer concluir a obra dos camarotes. "Nos últimos três anos perdemos cerca de 300 mil euros, porque os camarotes permitem um encaixe de cerca de 100 mil por época. O Paços não precisa de SAD, nem de investidores, mas precisa de ser sustentado com receitas. Poderemos rentabilizar a bancada nova com o aluguer de lojas, restaurantes e de um ginásio, e ainda poderemos arrendar um terreno próximo a uma bomba de gasolina". "Projeto ainda remodelar um centro de treinos que se encontra abandonado na cidade, fazendo desse local o nosso centro de estágios. Dessa forma o clube poderia poupar milhares de euros e recuperaríamos o investimento nessa obra em quatro anos. Aposto ainda na criação do gabinete do associado e conto triplicar o número de sócios".

Sobre Vasco Seabra, o candidato a presidente do Paços garantiu que "ainda não está definido" se vai continuar, adiantando que irá "conversar depois das eleições" para concluir se tem "condições para continuar".

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