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Carlos Pereira preparado para fazer a festa do sexto lugar

Logótipo de O Jogo O Jogo 15/05/2017 Mónica Santos

"Não seria bonito morrer na praia", admitiu o presidente do Marítimo, que recordou o "golo depois dos 90 minutos" no Chaves-Rio Ave da última jornada. Os vila-condenses também estão na corrida europeia.

O presidente do Marítimo, Carlos Pereira, disse esta segunda-feira que deseja celebrar a conquista do sexto lugar da I Liga, o último que dá acesso às competições europeias, no próximo fim de semana. "Vamos estar preparados para fazer a festa no último jogo. O ano que o Marítimo está a viver, acho que já é uma grande vitória, num lugar onde estamos há muito tempo, portanto não seria bonito morrer na praia e vamos trabalhar para que isso não aconteça", afirmou, à margem da comemoração dos 40 anos da primeira subida ao escalão principal.

© Fornecido por O jogo

A verdade é que o Marítimo esteve à beira de garantir essa posição no último domingo, mas, recordou Carlos Pereira, dois momentos que estragaram a festa nos Barreiros: "O futebol é uma caixa de surpresas e, um ato menos refletido do Raúl, ditou o golo [do Estoril] e o destino estava traçado nesse momento, como parecia estar também traçado no Chaves-Rio Ave, em que aconteceu um golo depois dos 90 minutos".

Em relação ao empate caseiro frente ao Estoril, Carlos Pereira não acredita que a razão do resultado tenham sido as notícias que dão conta de uma possível saída do treinador Daniel Ramos e também de alguns jogadores.

"As equipas técnicas e os jogadores já estão muito habituados a isso. É claro que mexe um pouco, mas também podemos pensar que mexe pela positiva, porque significa que o seu valor está a ser reconhecido", referiu, justificando que, com a época a terminar, todos querem dar o melhor para poderem valorizar-se e até conseguir uma transferência.

No caso específico de Daniel Ramos, o dirigente recordou que há contrato com o treinador por mais duas temporadas. "No futebol, fala-se muito", afirmou, a propósito dos rumores da saída, uma maneira de "desestabilizar" a equipa.

Carlos Pereira foi ainda questionado sobre a descida de divisão do rival Nacional, um assunto que não quis dar importância, dizendo que foi um "destino que estava traçado" e deixou um comentário: "Estou muito focado no Marítimo, o que penso que eles deviam ter feito, pois perderam muito tempo a se preocupar com o Marítimo e pouco com a sua própria casa".

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